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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 287

POV: DAIMON

Nossos gemidos preenchiam a cabana, misturados aos rosnados abafados e ofegos pesados, como uma melodia suja e viciante. Os corpos se entrelaçavam em ritmo animal, pele contra pele, suor contra suor.

Soltei a fita que prendia seus punhos e a puxei para cima de mim sem sair de dentro. Me sentei no sofá com um movimento firme e a posicionei montada sobre meu colo, ainda totalmente conectados. O corpo dela encaixou com perfeição no meu, e porra... a visão dela ali, nua, ofegante, com os olhos famintos, me fez perder o controle por um instante.

Airys começou a rebolar sobre minha extensão com fome descarada, a respiração quente escapando em gemidos baixos. Suas mãos subiram pelos meus cabelos, puxando com força, inclinando-se para frente. As presas roçaram contra meus ombros largos, deslizando pela pele suada até alcançar meu pescoço, onde ela mordeu, lambeu, beijou com desejo animalesco.

— Tão fundo, Daimon... — ela gemeu, sem fôlego, rebolando mais rápido, cavalgando com ritmo intenso e deliciosamente indecente.

"Ela montada assim é a visão do inferno... e eu não quero sair dele." Fenrir rosnou com prazer em minha mente, feroz, excitado, predatório.

Ela cravou as garras nos meus braços, marcando a pele enquanto se movia com uma intensidade que me deixava insano. Cada investida dela me puxava mais para o limite. Sua mão deslizava pelo meu peitoral, explorando cada músculo tenso, descendo até a cintura, depois voltando para meus ombros.

Airys aumentava o ritmo cavalgando ainda mais, cravando as garras em meus braços, sua mão não parava de explorar o meu corpo e porra... Era maravilhoso!

— Pequena... se continuar assim... — rosnei, a voz grave, entre um gemido longo e rouco que escapou sem controle. Segurei firme a nuca dela com uma das mãos e com a outra agarrei seu quadril, puxando-a com força para mais perto, fazendo seu corpo se colar ao meu como se eu fosse parte dela.

Inclinei sua cabeça de lado, tomando posse do pescoço com a boca faminta, e sempre que seus seios se voltavam para mim, eu os lambia com voracidade, abocanhando um e depois o outro com desejo predatório, sugando e mordendo com precisão. Sentia o gosto da pele dela misturado ao sal do suor e à minha obsessão.

— Droga... — grunhi entre os dentes, a voz tomada pelo descontrole. Estava enlouquecendo.

Airys contraía cada vez mais ao meu redor, apertando meu pau como se quisesse sugar até a última gota do meu controle. O ritmo dela aumentava com fúria, e eu a acompanhava, estocando de baixo, firme, fundo, faminto. O som dos nossos corpos se chocando era alto, úmido, devasso.

O clímax veio como um impacto brutal. Um grito abafado escapou da garganta dela, ao mesmo tempo em que minhas mãos cravavam mais forte em suas coxas. Estremecemos juntos. Arfando. Tremendo. Dominados pelo prazer pecaminoso, puro e intenso.

Ela continuou se movendo devagar, com a respiração descompassada, os quadris ainda instáveis, o corpo suado e exposto, completamente entregue. Os movimentos desaceleraram até virarem carícias quase involuntárias, instintivas.

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