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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 378

POV: DAIMON

— Daimon... — Ela murmurou com a voz embargada, os olhos marejados e arregalados, os lábios entreabertos. O peito subia e descia descompassado, arfando com cada nova onda de expectativa. Seu corpo se contorcia sob o meu, quente, entregue.

Empurrei com calma o tecido da calcinha para o lado, expondo sua pele sensível. Meus dedos tocaram direto o centro do prazer dela, e Airys estremeceu, soltando um gemido abafado, curvando a coluna como se buscasse mais. Guiei os dedos mais para baixo, deslizando devagar até a entrada já úmida e latejante. Pressionei ali, sentindo o calor delicioso que me esperava, e deixei minha voz rosnar rouca contra o pescoço dela.

— Vai tentar me impedir agora, coelhinha? — Sussurrei, provocando com o toque, apenas ameaçando penetrá-la com os dedos, sentindo-a se apertar e escorregar. — Está tremendo por mim, e ainda quer falar da sua irmã?

Ela se contorceu, agarrando meus ombros com força, as unhas afundando em minha pele. Os olhos brilhavam, perdidos entre o choro e o desejo.

— Não pode me torturar por chorar... por ela... — sussurrou, arqueando as costas quando deslizei a ponta de um dedo mais fundo, sem pressa.

— Não posso? — Inclinei a cabeça de lado, o olhar fixo nela, carregado de perversão. Um sorriso lento se formou nos cantos dos meus lábios enquanto deslizava a ponta da língua por minhas presas afiadas. Mantive os olhos nos dela ao afastar a mão do centro quente e latejante entre suas pernas, deixando-a ofegante, implorando por mais. Ela estremeceu, gemendo baixinho, a pele sensível se arrepiando em resposta.

Segurei a alça do vestido e puxei com lentidão, expondo seu ombro nu. A pele dela tremia sob meu toque. Inclinei o rosto, deslizando a língua quente por ali até a curva do pescoço. Ela mordeu o lábio inferior, prendendo o gemido que escapava em suspiros trêmulos.

— Você gosta disso, não gosta? — Sussurrei rouco, antes de cravar as presas com firmeza na junção entre ombro e pescoço. O corpo dela arqueou com violência, a boca se abrindo em um gemido abafado, arfando alto. O sangue quente escorreu pela mordida. Recolhi com a língua, lambendo a ferida com lentidão, saboreando cada gota como se fosse um vinho raro.

“Deixa-a tremendo, quero ver essas pernas falhando quando tentar andar amanhã.” Fenrir rosnou completamente tomado pelo instinto e desejo. “Vamos gravar nosso nome nela com o corpo inteiro.”

— Você é minha. — Afirmei com a voz baixa, densa. — E vou fazer você derramar lágrimas de prazer, minha perdição.

— Você disse que o tinha aos meus pés. — Airys sorriu com malícia, devagar, como se saboreasse cada sílaba. Os olhos dourados dela brilharam em desafio enquanto me empurrava para trás com um único toque e apontava para o chão. — Então ajoelhe-se diante de sua rainha, Supremo.

“Ah... eu lambia os pés dela agora mesmo se mandasse. Vai, Alfa, rasteje por essa fêmea como o vira-lata que somos nas mãos dela.” Fenrir rosnou em minha mente com um humor ácido, mas faminto, nos puxando em direção a ela como uma força primal.

Sem desviar o olhar, deslizei da cama, firme, mantendo minha postura dominante mesmo ao me ajoelhar. O silêncio entre nós se tornou denso, elétrico. Airys ergueu lentamente a perna e encostou o pé em meu braço nu. A ponta do dedão subiu provocante, riscando minha pele até alcançar o ombro, onde ela o pressionou, como se estivesse marcando território. A pele dela queimava contra a minha.

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