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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 466

POV: AIRYS

Seus dedos deslizaram o tecido do hobby pelos meus ombros, descendo devagar, enquanto seus lábios encontravam o local da sua marca. Ele beijou com devoção e em seguida cravou novamente, fazendo-me arfar alto, a dor se misturando ao prazer em ondas que me fizeram gemer contra sua boca. O som arrancou rosnados profundos de seu peito. Daimon lambeu o sangue quente que escorria, sugando cada gota antes de depositar um beijo molhado sobre a marca.

O tecido cedeu, caindo até minha cintura e me deixando totalmente exposta ao seu olhar. Meu corpo inteiro queimava sob a intensidade dele. Daimon parou, recuou apenas um passo, os olhos fixos em mim, como se me devorasse sem precisar tocar. Seus olhos rubros cintilavam e a respiração dele ficou mais pesada e fascinado.

— Você é simplesmente linda e perfeita, minha Luna. — A língua dele passou lenta pelas presas, os olhos ficando ainda mais escuros com a linha predatória de Fenrir tomando espaço. De repente, avançou, pressionando o nariz em meu pescoço, aspirando cada detalhe do meu cheiro como se fosse sua droga pessoal. — É maravilhosa… minha perdição, meu vício, meu fascínio.

— Daimon... — Gemi, os lábios entreabertos, o corpo inteiro já pulsando, quente, molhado, aceso só pela presença dele, sem precisar me tocar ainda. — Me faça sua de novo... agora.

Ele ergueu o rosto, os olhos vermelhos me prendendo num fogo bruto, e o sorriso maldoso se abriu nos lábios, carregado de promessas indecentes.

— Você me enlouquece quando fala assim, coelhinha... — murmurou grave, a mão subindo firme por minha coxa, afastando-a sem pedir permissão, como se o meu corpo já fosse dele por direito. — Não sabe o quanto eu quero te foder até perder a voz de tanto gemer meu nome.

Ele desceu a boca pelo meu pescoço, arrastando os lábios até a clavícula e parando nos seios. Juntou os dois em suas mãos grandes e ergueu o olhar para mim, com um sorriso perverso que fez meu corpo inteiro vibrar. Antes mesmo de me dar tempo de respirar, passou a língua quente nos bicos já doloridos e rígidos, abocanhando um deles com fome, sugando forte, fazendo um gemido escapar da minha garganta.

Arfei, agarrei seus cabelos com força, puxando sua cabeça contra mim, pedindo mais, exigindo mais. Meu quadril avançou em reflexo, procurando o dele, implorando por contato.

Daimon mordeu meu mamilo com as presas, a dor latejou ao mesmo tempo em que o prazer me incendiou, e eu respirei fundo, estremecendo inteira. Sua língua deslizou quente pelo seio úmido, e o sopro que veio em seguida me fez tremer até os ossos.

— Nossa... — arfei em desejo, meu corpo reagindo de imediato quando as mãos firmes de Daimon desceram lentamente pelas minhas coxas. O calor da sua pele me incendiava, e estremeci quando ele alcançou minha virilha, tocando minha fenda com precisão. Dois dedos deslizaram sobre meu ponto mais sensível, massageando em círculos lentos, depois empurrando o clitóris para baixo em direção à entrada molhada. Meu quadril se arqueou sozinho, implorando mais. — Meu amor... ah... eu estava morrendo de saudades de você.

Ele ergueu os olhos para mim, com aquele brilho terroso profundo que me desarmava.

Tão único, tão meu.

Sua voz soou rouca e provocante, carregada de malícia.

— Minha Luna... então me queria apenas para me usar?

“Usar? Nós queremos ser usadas por ele. Até não restar forças nas pernas.” Rielly gemeu dentro de mim, faminta, indecente e safada, deixando meu corpo ainda mais molhado.

— Por que acha que lutei tanto? — provoquei com malícia, umedecendo os lábios e arqueando as sobrancelhas. — Eu queria ver você se ajoelhar aos meus pés de novo.

Daimon me olhou como um predador satisfeito pela presa que se oferece, e sem hesitar, desceu devoto.

— Eu sempre me ajoelharei para você, minha rainha. — A voz saiu rouca, carregada de desejo, e ele se rendeu.

Ajoelhado diante de mim, deslizou a boca pela minha barriga, depositando beijos suaves que me fizeram suspirar. Mas sua ternura logo deu lugar ao bruto que me enlouquecia — ele mordeu, sugou, marcou, devasso e possessivo, como se cada pedaço de pele fosse propriedade sua.

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