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A Redenção do Ogro romance Capítulo 20

Bernardo Thomson

Hoje é dia de jogos. E eu estou animado.

A semana foi tranquila, porque eu já estava com segundas intenções em cansar a beleza do meu passarinho

Vou às forras hoje. E ela também está ansiosa. Passamos o dia no clube, juntos com meus irmãos, e quando chegamos em casa viemos para a piscina. Ficamos lá até agora.

Faz exatamente trinta minutos que pedi a ela que se encaminhasse para o quarto e se vestisse para mim.

E eu tô ansioso. O prazo para ela descer está bem em cima...

Deixei para ela um conjunto de lingerie todo transparente e preto, além de cintas ligas e um harness branco de couro, enfeitado de penas de passarinho. Será interessante!

Eu amo aquelas pernas torneadas ornadas com uma cinta liga. Orientei para que prendesse o cabelo num rabo de cavalo.

A sessão hoje será intensa, e eu não quero nada bloqueando a minha visão de seu corpo, e suas marcas.

Ela desce a escada sorrindo e eu admiro meu passarinho.

Como imaginei a lingerie ficou linda em seu corpo pálido. Destacou ornando o que ela tem de mais bonito: suas pernas, bunda e seios. E o harness deu o toque final. Quando tirar a lingerie , apenas ele e a cinta liga ficarão para ornar seu corpo.

Me levanto do sofá , encho o copo de whisky novamente e abro a porta que dá para a parte de trás da casa. Ela passa por ela e eu vou atrás dela.

Chegando na minha sala de jogos, vejo ela se arrepiar. O ambiente está frio por causa do ar condicionado.

Chego por trás dela e colo meu corpo ao seu.

-Você ficou linda com essa lingerie, pena que ela ficará pouco tempo aí…

-O mestre quer que eu dance?

Eu sorrio... Ela sabe que me deixa maluco quando dança pra mim. Mas hoje eu não estou com clima para dançar.

-Hoje não... Hoje eu quero caçar um certo passarinho.

-É como posso servir ao mestre?

-Indo para a cama e ficando de quatro. Antes de te torturar, eu quero experimentar.

Ela me obedece e vai para os pés da cama, ficando de quatro. Tiro seus saltos e chego atrás dela, posicionando sua bunda bem na minha virilha. Ela sente meu pau por dentro da calça de moletom já duro, e rebola. É uma bandida, essa passarinho!

Me afasto e pego a calcinha pelo fio que fica na bunda e suspendo, deixando seus grandes lábios de fora da calcinha e a mesma, pressionando o clitóris. Depois de um tempo, solto o fio dental. Ele chicoteia exatamente em cima do canal anal e ela geme quando o cordão bate.

Me ajoelho na cama e mordo sua bunda gostosa e carnuda. Ela geme…

Puxo o fio dental novamente e depois solto, dando outra chicoteada no seu canal anal.

-Está chegando a hora de eu comer esse cuzinho passarinho... Estou me cansando de treinar ele…

Ela estremece na cama e diz.

-Eu sou toda sua mestre!

-Vai deixar eu arrombar ele passarinho?

-Sim mestre!

Caio de boca ali afastando a calcinha para o lado.

Começo a chicotear minha língua naquele buraquinho e ela geme de prazer.

Abro bem as duas bandas de sua bunda e enfio e tiro a minha língua ali…

Está quase chegando a hora... Eu sou grande para me enfiar ali sem nenhuma preparação. Por isso estamos fazendo uma verdadeira maratona de preparação para que este dia aconteça.

E vai ser épico! Não vejo a hora…

Abaixo a cabeça e começo a lamber sua boceta gostosa. Seu gosto se tornou o meu preferido até o momento. Toda vez que estou aqui me farto dela...

-Estou ficando viciado nesta boceta.

-E eu viciada em sua língua mestre!

Eu sorrio…

Ela não para de rebolar na minha cara, enquanto eu como ela batendo em sua bunda de vez em quando.

Logo ela tem um orgasmo barulhento.

E era isso que eu queria para começar a minha tortura. Quero ela relaxada... Estou pronto para curtir o resto da noite, do jeito que ela gosta.

Cheio de dor e volúpia!

Sua respiração vai se normalizando aos poucos. Beijo sua bunda e me levanto da cama, dizendo:

-Hora do show passarinho. Te espero na Cruz de Santo André despida, deixe apenas o harness, a cinta liga, a meia e os saltos

Falo e me afasto para ir arrumar as coisas por lá.

Vejo quando ela se senta na cama e retira o sutiã e logo depois a calcinha, regulando o harness eu sem corpo novamente. Ela põe o sapato e vem em minha direção.

Minha cruz é fixada na parede, então ela se encosta ali e espera.

Pego um braço dela e prendo nas algemas, fazendo a mesma coisa com o outro braço. Logo em seguida, prendendo suas pernas ainda com o salto alto.

Olho para ela e sorrio. Ela está corada por causa do orgasmo que proporcionei alguns segundos atrás. Ela lambe os lábios, e eu me aproximo de seu ouvido, lambo sua nuca e sussurro.

-Quero fazer uma asa no meu passarinho.

Saio de perto da Cruz e vou até o fundo do quarto pegar a caixa de sapato aonde está meus instrumentos de tortura de hoje. Existem diversos objetos que usamos no nosso dia a dia que podem ser usados no BDSM. E eu gosto de explorar essas possibilidades. Abro a caixa em cima da mesa ao lado da Cruz para que ela veja do que se trata .

Ela não parece surpresa. Apenas observa. Pego alguns pregadores e começo a encaixar eles na minha camisa, para não precisar ir à mesa toda hora.

Vou até a Cruz e começo a pregar os pregadores na axila. Pela parte de baixo onde fica aquela pele solta. Os pregadores são maiores e mais resistentes do que usamos geralmente em casa, então o beliscão que dará no local será como um prendedor de mamilos.

Vou alinhando os pregadores até o punho, fazendo o mesmo no outro braço.

Os pregadores ficam parecendo verdadeiras asas, como se fossem extensão de seus braços. Todo alinhado e assimétrico.

Eles vão começar a pressionar a pele dela, causando uma dormência chatinha, que conforme for passando o tempo, vai se tornar uma verdadeira tortura chinesa.

Me afasto para observar a minha obra de arte. E sorrio... Camila é magra com curvas no lugar certo, portanto tem bastante pele. Deu o efeito que eu desejava.

Eu a olho e digo:

-Não é fácil ser passarinho, não é mesmo?

-Não mestre!

-Quer parar com a sessão?

-Não mestre!

Eu sorrio e toco seu clitóris. Ela geme alto, quando retiro o pregador ela se desmancha em meus dedos. Seu corpo todo treme. Camila sempre fica no limite com a dor. Ela nunca me decepciona. Ela acabou de ter um orgasmo,só com pressão dos meus dedos e a retirada do pregador.

-Que passarinho sensível que eu tenho.

Eu tiro os pregadores da boceta e ela geme de dor. Sentindo os grandes lábios, voltarem para o lugar doloridos. Eu a penetro com um dedo, ao mesmo tempo que mordo seu ombro. Ela está encharcada, introduzo mais um dedo ainda mordendo e chupando seu ombros e nuca. A penetro com três dedos e ela grita tendo mais um orgasmo. Ela me olha com os olhos semi cerrados. Como se não tivesse mais me vendo em sua frente. Como se estivesse em êxtase.

É pequena... Finalmente, você foi visitar o mundo dos unicórnios! Demorou pra isso acontecer, mas enfim aconteceu. Seu corpo tem espasmos que não param e ela molha toda a minha mão, que continua com os dedos conectados a ela.

Eu tiro os dedos e a penetro antes dos espasmos acabarem, e ela grita com a invasão.

Eu começo a rosnar sentindo ela ao meu redor. Eu empurro o quadril e volto com as mãos na parede e meu rosto colado ao dela. Vou aumentando o vai e vem e ela grita.

-Isso passarinho... Grita... Quero ouvir você gritar meu nome…

-Ahhhhhhh Bernardo... Me fode Bê, me fode com força.

Eu rosno novamente. Nunca autorizei ela a falar meu nome numa seção. Mas hoje está sendo tão espetacular!!! Escutar meu nome saindo dos seus lábios, é música para meus ouvidos. Sinto meu corpo todo tremer e preciso de um controle, para minhas pernas não fraquejar em quando gozo. Eu poderia dizer, que fui para o mundo dos unicórnios, porque nunca senti antes algo tão intenso num orgasmo. Fico tanto tempo mergulhado nas sensações de meu corpo, que quando abro os olhos, ela está me olhando afetada da mesma forma que eu. E assim, nós dois nos damos conta do que rolou…

Eu a beijo com vontade, puxando seus lábios com os dentes e segurando as tiras de seu harness que desce pelo ombro.

Simplesmente para tirar isso que acabou de acontecer, da minha cabeça…

Não quero pensar nisso agora... Eu tive um apagão?! Conectado a ela?!

Eu só quero ter certeza de que ela não é um sonho. De que ela é real!!!

-Meu passarinho perfeito!

A beijo mais uma vez e saio de dentro dela. Quebrando definitivamente o encanto que eu não sei de onde veio.

Pego a caixa de sapato e começo a retirar os pregadores dos meus braços e mãos.

Por último tiro os dos seios chupando os biquinhos em seguida, para amenizar suas dores.

-Muito gostosa! -murmuro beijando sua boca.

Tiro ela da Cruz e a ponho deitada na cama…

Ela continua com os olhos semi cerrados, ainda curtindo todas as sensações da sessão.

E eu? Deito ao lado dela...

Tentando relaxar e esquecer que eu também fui para o mundo dos unicórnios!

Inferno!!!!

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