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Aquela que o Don não pôde deixar partir romance Capítulo 163

Capítulo 163

Narrado por Aaron

O ambiente estava parcialmente escuro, com apenas a luz baixa da janela coberta projetando um feixe sobre Sara. Porque as caixas tapam quase tudo.

A safada estava de quatro em cima da caixa maior, as mãos apoiadas, o quadril empinado, os olhos virados por cima do ombro. A calça já abaixo do meio das coxas com a calcinha. E sim, como prometido...

— Miau... — ela sussurrou de novo, dessa vez mais rouca, mais indecente.

Que caralho de mulher!

Um arrepio percorreu minha espinha. Ela era uma provocação viva. Um perigo que eu queria encarar com as mãos, a boca e cada centímetro do meu corpo.

— Puta que pariu, Sara... — murmurei, caminhando devagar, saboreando a cena como se fosse uma taça de uísque caro. — Você tem ideia do que está fazendo comigo?

Eu nem queria que ela soubesse disso, mas deixei saber. Foda-se!

Ela arqueou ainda mais o corpo, as pernas firmes, o cabelo solto escorrendo pelas costas. Me olhou com aquele brilho desafiador que misturava desejo e desafio.

— Tô esperando o comandante me usar, senhor... — ela provocou.

— Então mia pra mim, gatinha safada... — apertei sua bunda.

— Miau... Miau.

Abaixei ao lado dela, e lentamente puxei sua blusa pra cima. Não tirei toda de uma vez. Primeiro, beijei sua lombar, sentindo a pele quente estremecer sob minha boca. Depois, fui subindo, erguendo o tecido até revelar os seios. Sem sutiã. Ela havia tirado só pra mim.

— Sabia... — murmurei, apertando de leve um deles com a mão firme. — Você levantou da cama decidida a me enlouquecer hoje, gatinha.

Ela soltou um gemido curto, abafado.

Segurei o outro seio com a mão esquerda, e passei a língua no mamilo já rígido do direito, lento, provocador, sentindo o corpo dela estremecer contra a caixa.

— Aaron... — ela arfou.

— Não. — Acariciei os cabelos dela, puxando a cabeça levemente pra trás. — Agora você geme só o que eu pedir. Entendeu? Quero você miando.

Ela mordeu os lábios, os olhos fechados.

— Entendi...

— Boa menina. — Beijei a nuca, passei a mão entre suas pernas, sentindo o calor úmido que já se espalhava. — Molhada desse jeito só por ser mandada? Engraçado... Não te ouvi miar mais. Bati na bunda dela, fazendo um estalo.

— Miau.

Ela assentiu com a cabeça, os quadris tremendo sob meu toque.

— Mia pra mim de novo... — murmurei no ouvido dela, enquanto minha mão escorregava mais fundo.

— Miau... — ela soltou, entre um riso sem fôlego e um gemido.

E isso foi o suficiente pra eu perder o pouco de controle que ainda restava. Tirei o pau pra fora, coloquei um preservativo que estava na carteira, no bolso da minha calça, e agarrei sua cintura com força, entrei sem nenhum cuidado. Meu quadril se encaixando ao dela me dando um tesão do caralho.

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