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Aquela que o Don não pôde deixar partir romance Capítulo 55

Capítulo 55

Ezequiel Costa Júnior

Subi, colando nossos corpos, e sussurrei, rouco:

— Vamos tirar essa camisola? — ela assentiu, e comecei a erguer. Ela ajudou para que eu terminasse. Estava ofegante.

Pairei sobre ela, segurei sua mão devagar e coloquei sobre meu peito. Seus olhos me encontraram. Seus cabelos escuros caíram sobre sua boca. Tirei com os dedos, encostando em seus lábios.

— Quer me sentir? Sinta minha pele, meu anjo.

— Você é bonito demais, Ezequiel...

Toquei o corpo dela e ela o meu. Mariana mexia as mãos devagar sobre meu peito, como se estivesse me conhecendo. Ela olhava e movia os dedos lentamente. Enfiei meu rosto no seu pescoço e sussurrei:

— Agora vou entrar devagar... só pra sentir cada contração tua em volta de mim — Ela confirmou, me ergui para pegar um preservativo na gaveta e assim que coloquei, me encaixei sobre ela novamente.

Entrei nela com firmeza, mas calma, observando cada expressão do seu rosto, cada lampejo de prazer ou de culpa que pudesse existir. Ela se contraiu levemente, fui bem devagar, ela estava apertada e meu pau pulsava dentro dela. Coloquei meu rosto sobre seu pescoço e fui beijando devagar para conseguir controlar o desejo insano de fodê-la com força, e ela ofegou contra meu pescoço.

— Assim... — eu gemi. — Está quente... — Tudo bem?

— Sim... Continua Ezequiel — era tudo que eu precisava ouvir.

Comecei a me mover mais, sussurrando palavras sujas e doces no ouvido dela a cada investida, enquanto ela me puxava mais fundo, mais forte, até não sobrar ar, nem pensamento, em mim.

— Você é gostosa, Mariana. Doce, sensual, e linda. Não é só o seu corpo que eu quero, mas cada respiração, cada sorriso, cada gemido. Eu quero você inteira pra mim.

Me movi dentro dela com controle. Cada estocada era lenta, profunda, feita pra fazê-la sentir. Meus olhos fixos nos dela, enquanto sua boca entreaberta deixava escapar suspiros quentes.

— Seus seios são lindos... — Toquei novamente, sentindo seus bicos delicados e pele macia.

Mariana não demonstrava tantas reações, ela gemia baixo, se segurava em mim, mas eu sentia que estava gostando.

— Você sente isso...? — sussurrei, colado em seu ouvido. — Como seu corpo aperta o meu... como parece que fui feito pra estar dentro de ti... Sente prazer, Mariana?

— Sim, eu sinto — sussurrou.

— Quer que eu vá mais devagar?

Ela me puxou pra mais perto, as unhas marcando minhas costas. Gemia meu nome baixinho, entre pedidos e gemidos soltos.

— Mais forte, Ezequiel... — sussurrou, ofegante, como se fosse um segredo só nosso.

Obedeci. Me apoiei com firmeza, os músculos tensionados, e passei a investir com mais intensidade. Mas sem perder o ritmo calculado que sabia que enlouquecia ela.

— Assim, gostosa... — murmurei contra sua boca, beijando-a entre os gemidos. — Você me deixa louco... eu quero te sentir desmanchar debaixo de mim.

Minhas mãos seguraram seus quadris com firmeza, trazendo-a mais contra mim a cada movimento. Os corpos batendo um no outro com sons abafados pela cama. Sua pele colada à minha, quente, úmida, viva.

— Me olha, Mariana... — sussurrei, segurando seu rosto. — Quero ver seu rosto quando gozar de novo pra mim.

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