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Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 193

O Plano em Ação

O sábado amanheceu sob um sol tímido e agradável.

O vento soprava leve, carregando o perfume das flores recém-abertas e o som distante da cidade acordando devagar.

Para Augusto Monteiro, aquele seria um dia importante — e tudo precisava sair perfeito.

Já havia passado instruções detalhadas para Nathalia, Emma e Sofia na noite anterior.

Elas sabiam exatamente qual era o papel de cada uma e o momento certo de agir.

No grupo das meninas, o plano começou a ganhar vida.

Emma:

> Meninas, estão livres hoje?

Sofia:

> Sim! Dormi bem e tô precisando sair um pouco 😍

Nathalia:

> Eu e a Elô estamos prontas pra qualquer coisa 😏

Emma:

> Então perfeito. Pensei em dar um pulo no shopping. Faz tempo que não temos um sábado só nosso 💅

Sofia:

> Ai, tô dentro!

Nathalia:

> Bora, 10h tá ótimo. Vou arrastar a Eloise. Ela tá precisando se distrair 😉

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Às dez em ponto, as quatro se encontraram no estacionamento do shopping.

O abraço coletivo foi inevitável — risadas, beijos no ar e o caos doce de vozes femininas falando ao mesmo tempo.

— Finalmente um dia sem planilhas, contratos ou reuniões! — exclamou Eloise, rindo.

— É o mínimo que você merece depois de tudo. Eloise está dando um show meninas. — respondeu Nathalia, puxando-a pela mão. — Vamos aproveitar!

Entraram no shopping com aquela energia contagiante que só um grupo de amigas de verdade tem.

Loja após loja, experimentaram roupas, sapatos e perfumes — rindo, tirando fotos e zombando umas das outras.

Foi então que, em uma das vitrines, Eloise parou.

Do outro lado do vidro, um vestido azul celeste, leve e fluido, parecia feito sob medida para ela.

O tecido cintilava discretamente à luz do shopping, e o corte em “V” valorizava os ombros e a cintura.

— Meu Deus… — murmurou Sofia. — Elô, esse vestido foi costurado por anjos e destinado pra você.

— Experimenta logo! — ordenou Nathalia, empurrando-a em direção ao provador.

Minutos depois, Eloise saiu e o silêncio foi imediato.

Até as vendedoras pararam o que faziam.

O vestido abraçava o corpo dela como se o próprio tecido tivesse se apaixonado.

— Você tá deslumbrante. — disse Emma, de olhos marejados. — Parece cena de filme.

Eloise sorriu, sem graça.

— É lindo, mas está fora do meu orçamento.

— Orçamento nada. — Emma cruzou os braços. — Hoje é por minha conta.

— Emma, não… eu não posso aceitar.

— Pode sim. — cortou ela, firme. — E vai aceitar. Considera um presente da amiga que quer te ver brilhar.

As outras duas aplaudiram a decisão, e Eloise, rindo, acabou cedendo.

Saíram da loja com sacolas nas mãos e o coração leve.

— Agora, uma passadinha rápida — disse Nathalia com um olhar que ninguém percebeu, trocando uma mensagem discreta no celular.

Entraram em uma joalheria de vitrine minimalista, onde o brilho das peças refletia em paredes espelhadas.

A vendedora — elegantemente vestida, como se esperasse por elas — as recebeu com um sorriso caloroso.

— Bom dia, senhoritas. A gerência reservou o atendimento para vocês.

Eloise piscou, confusa. — Reservou?

— Deve ser coincidência. — disfarçou Nathalia, puxando Sofia pelo braço. — Vamos ver colares, meninas.

As quatro caminharam entre os expositores, rindo e experimentando.

Mas foi Emma quem apontou para a vitrine principal.

— Augusto Monteiro. — disse com suavidade. — Ele mesmo vai acertar os detalhes.

A vendedora levantou o olhar, reconhecendo o nome de imediato, e apenas respondeu com um sorriso:

— Entendido.

Nathalia agradeceu e saiu da loja com o coração leve, escondendo um sorriso. O plano estava em movimento — e Eloise não fazia ideia do que a esperava.

Ao sair, enviou uma última mensagem:

> “Anel reservado. Agora é com você.”

Ela guardou o celular e inspirou fundo, o coração leve de cumplicidade.

Naquele sábado ensolarado, enquanto Eloise ria distraída com as amigas sem imaginar o que estava por vir, o destino já estava em movimento — e o amor de Augusto Monteiro começava a florescer em segredo, como um jardim prestes a nascer.

A tarde seguia leve, e o clima entre as meninas era de pura alegria.

Risos, fotos, lembranças antigas — tudo parecia em perfeita harmonia.

Na praça de alimentação, Eloise terminava o café enquanto Emma folheava o celular, distraída.

De repente, o aparelho vibrou e o sorriso dela se abriu de imediato.

— Gente, vocês não vão acreditar! — exclamou, levantando os olhos. — É a Joyce, a corretora! Aquela superconcorrida, que sempre acha a casa dos sonhos!

Sofia arregalou os olhos. — A que trabalha só com imóveis de luxo?

— Essa mesmo. — confirmou Emma, empolgada. — Ela disse que acabou de receber três casas disponíveis num condomínio aqui perto, e que só tem horário hoje, às duas da tarde.

Nathalia inclinou-se na mesa, curiosa. — E a gente vai junto, óbvio.

Eloise franziu o cenho, rindo. — Emma, você está pensando em se mudar? com o Thiago ?

— Talvez. Não sabemos ainda. — respondeu ela, misteriosa. — Mas me acompanhem, vai ser divertido. Quem sabe vocês me ajudam a escolher.

Entre risadas e curiosidade, as quatro concordaram.

Pagaram o almoço e seguiram animadas para o estacionamento.

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O condomínio ficava a vinte minutos dali, cercado por árvores altas e portões de ferro forjado.

Logo na entrada, um segurança uniformizado verificou os nomes e abriu passagem.

O carro de Emma avançou pela estrada interna ladeada por jardins e casas de fachada imponente.

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