Entrar Via

Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário romance Capítulo 299

A noite parecia comum.

Parecia.

Sofia estava na faculdade desde o fim da tarde, revisando o TCC com o professor.

Penteado preso, óculos na ponta do nariz, marcando páginas, corrigindo referências — completamente imersa no que fazia.

Quando o relógio marcou 21h, ela se despediu, guardou o notebook na bolsa e, no corredor silencioso, ligou para Thomas:

“Amor, já tô saindo… tô indo te encontrar lá embaixo.”

Caixa postal.

Ela franziu o cenho, estranhando.

— Ele deve estar em operação… — murmurou, enviando uma mensagem rápida antes de sair do prédio.

Na delegacia

A porta da sala abriu e um policial entrou apressado, segurando uma caixa média.

— Thomas, isso aqui chegou pra você. Sem remetente. Só seu nome.

Thomas ergueu o olhar do relatório.

Uma caixa cheia de papéis, pastas e documentos jogados às pressas.

Alex assobiou baixo:

— Parece ouro do caso “Ficha Suja”.

Thomas abriu a caixa.

Documentos internos.

Fotos.

Planilhas.

Mapas.

Tudo organizado demais…

entregue demais.

Ele estreitou os olhos.

— Quem mandaria isso?

Bruna, ao lado dele, inclinou-se para ver melhor.

— Ou melhor… — ela completou. — O que a pessoa ganha entregando tudo pronto?

Thomas sentiu um arrepio subir pela espinha.

Aquilo não batia.

Não fazia sentido.

Nenhum criminoso entrega provas… a menos que queira algo.

O celular dele vibrou sobre a mesa.

Bruna viu o nome na tela.

Sofia.

Ela olhou.

Pensou.

E empurrou mais papéis por cima do aparelho.

— Muito estranho mesmo… — ela murmurou, como se estivesse distraída.

— Precisamos ver se isso aqui tem algo útil.

Thomas chamou Alex para avaliar as fotos.

O celular vibrou de novo.

E de novo.

Mas ficou soterrado pela papelada.

---

Lá fora — 21h50

Sofia descia as escadas do prédio da faculdade com uma colega.

— Quer carona, Sofia?

— Não, obrigada. Já estão vindo me buscar.

— Tá bom. Boa noite. Se cuida!

— Você também.

Sofia ajeitou a bolsa no ombro, respirou fundo.

O campus estava quase vazio, o vento frio da noite passando pelos corredores.

Ela dobrou a esquina em direção ao ponto de ônibus — o mesmo que usava antes de Thomas entrar na vida dela.

E foi quando viu.

Um homem.

Capuz preto.

Máscara preta.

Mãos dentro do bolso.

Passou por ela devagar.

Devagar demais.

Sofia sentiu o estômago afundar.

O instinto gritou.

Corre.

Mas não deu tempo.

Dois passos depois…

O carro preto apareceu.

Parou tão rápido que os pneus cantaram no asfalto.

A porta traseira abriu com violência.

Sofia recuou, virando para correr de volta…

Mas bateu de frente com o homem do capuz.

Ele segurou seu pescoço com firmeza e aproximou o rosto mascarado do dela.

— Boa noite, princesa.

Sofia tentou gritar.

Nada saiu.

Ele a empurrou com força pra dentro do carro.

Tão forte que bateu o joelho no banco.

A porta fechou num estrondo.

Antes de entrar, o homem virou-se para a câmera presa no poste, ergueu o dedo do meio…

E sorriu atrás da máscara.

O carro arrancou.

Sumiu na escuridão.

E a rua ficou vazia.

Completamente vazia.

Sem testemunhas.

Sem som.

Só o vento.

E uma bolsa caída no chão.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário