O romance Como odiar um CEO em 48 horas foi publicado em Que porra você fez, Babi? (II) com detalhes novos e inesperados. Você pode dizer que o autor Internet investiu muito em Como odiar um CEO em 48 horas com sinceridade. Depois de ler Que porra você fez, Babi? (II), senti uma tristeza gentil, mas profunda. Agora, vamos ler Que porra você fez, Babi? (II) e os próximos capítulos da série Como odiar um CEO em 48 horas no Good Novel Online.
- Maconha. É natural e você, mais do que ninguém, sabe dos efeitos. – Sorriu debochadamente.
- Os dois. – Falei nervosamente, pegando o dinheiro da bolsa com as mãos trêmulas.
Assim que paguei, me dirigi à porta e ele se pôs na minha frente:
- Quem diria que você apareceria aqui, depois de tantos anos... E tudo que houve?
- Também me impressionei de vir parar aqui. – Confessei para mim mesma, em voz alta.
Ele deu um sorriso trêmulo:
- Venha sempre que quiser. Recebo coisas novas antes dos demais em Noriah Norte.
- Ok.
Tentei abrir a porta, amedrontada. Só estávamos nós dois ali e aquilo não era nada seguro. Por sorte, ele me deixou sair.
- Pode chamar um táxi para mim? – perguntei.
- Não entra táxi aqui. Pode ir na boa. Ninguém vai mexer com você. - Garantiu.
- Obrigada. – Falei, saindo de cabeça baixa, com as pernas parecendo gelatina, de tão moles que estavam.
Levei alguns minutos para descer a ladeira e voltar ao limite do bairro. Assim que consegui sair na rua asfaltada e iluminada pelos postes, parece que uma nova vida foi me dada.
Chamei um táxi e quando percebi, estava pedindo para ir ao meu apartamento.
Subi as escadas sentindo um cansaço extremo. Abri a porta e deitei no sofá. Peguei o celular e olhei novamente a mensagem de Heitor. Tudo parecia um sonho, ou um pesadelo. Eu nem conseguia distinguir.
Doía a perda de Salma, doía abrir mão de Heitor, doía saber que ele dormiu com a minha melhor amiga e isso não importava que foi antes de me conhecer, porque o sentimento de raiva era o mesmo. Doía encontrar o amor da minha vida e jogar tudo para o alto, sabendo que talvez nunca mais pudesse ser feliz. Mas o que doía ainda mais era ter que ir ao lugar onde fui mais infeliz na minha vida buscar drogas a fim de curar a dor.
Abri a bolsa e olhei as coisas na minha bolsa. Retirei e meus olhos ficaram trêmulos e a visão turva. Não lembro quando dormi ou comi pela última vez. Fui com dificuldade até o banheiro e joguei tudo no vaso sanitário, dando a descarga e deixando ir embora pelo esgoto. Eu não precisava daquela porra. Eu era forte. Se não por mim, pela bebê que agora me pertencia e era minha responsabilidade.
Voltei para o sofá e deitei. Sabia que tinha que voltar ao hospital, mas não sabia de onde tirar forças para levantar.
De repente a porta se abriu e vi Daniel entrando. Ele me encarou, sem dizer nada.
- Você tem chave? – Perguntei.
- Sim, Salma de meu uma cópia – ele entrou e fechou. – Você... Não está bem.
- Acho que não – fechei os olhos – Minha cabeça dói e tudo gira.
- Está pálida. Precisa descansar.
- Acho que estou com fome. – Confessei.
Ele veio até mim e me ajudou a levantar. Levou-me até meu quarto e me pôs deitada, retirando meu calçado e cobrindo-me.
- Durma um pouco que vou fazer algo para você comer.
- Obrigada. – Fui incapaz de recusar.
Deitei a cabeça no travesseiro fofo e imaginei que não dormiria. Mas quando menos esperei, meus olhos se fecharam. E acabei adormecendo.
Despertei com Daniel me chamando. Ele havia feito uma sopa com alguns poucos legumes que tinham em casa. Me trouxe um prato na cama. E estava bom. Acho que comer algo leve me faria bem.
Me senti bem melhor depois da janta, conseguindo, inclusive, raciocinar.
No entanto, ainda de madrugada, depois de colocar o relógio para despertar, voltei ao hospital, acompanhada de Daniel.
Quando desci do carro, ele fez o mesmo.
- Você não está trabalhando hoje na Babilônia? – perguntei. – Não é segunda-feira para você estar aqui.
- Eu faltei. Não estou me sentindo muito bem.
- Ah, Daniel... – eu o abracei. – Me desculpe por ter sido tão fria com você nestes últimos tempos, quando tudo que fez foi ser legal com minha amiga.
- Tudo bem, Babi. – Ele alisou minhas costas.
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Como odiar um CEO em 48 horas
Bom diaa cadê o capítulo 97...
Gostaria de saber o nome do escritor tbm, muito bom o livro, né acabei de rir e de chorar tbm.lindooooo!!!...
Gostaria de saber o nome do escritor(a), pois a leitura foi interessante, contagiante e bem diferente. Seria interessante procurar outras obras do autor....
Por que pula do 237 para o 241 ?...