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Contrato de Barriga de Aluguel para o Bilionário romance Capítulo 138

O motor do carro ainda estava ligado quando Marcelo terminou a ligação com Milena. O silêncio dentro do veículo parecia mais pesado que o normal. Ele mantinha o olhar fixo através do para-brisa, mas sua mente já corria muito à frente.

— Quero mais dois homens na frente do colégio agora. — disse, sem elevar a voz. — Verifiquem se aquele carro ainda está lá. E tentem descobrir de quem é.

Os seguranças no banco da frente assentiram imediatamente.

O carro arrancou. Marcelo apoiou o cotovelo na porta e passou a mão pela mandíbula, pensativo. A voz de Milena ainda ecoava na sua cabeça.

“Acho que tem alguém vigiando nossos filhos.”

Ela raramente se enganava quando o assunto era proteger as crianças.

Minutos depois os carros da segurança já viravam a esquina da escola. O portão ainda estava aberto, alguns pais conversavam na calçada e crianças atravessavam a rua correndo, mochilas balançando nas costas.

Mas o carro não estava mais lá. Um dos seguranças desceu rapidamente, observando os dois lados da rua antes de se aproximar do portão.

Marcelo esperou dentro do carro por alguns segundos que pareceram longos demais.

Então o rádio chiou.

— Senhor.

Marcelo pegou o comunicador imediatamente.

— O carro ainda está aí? Quem estava dentro?

Do outro lado houve um pequeno silêncio antes da resposta.

— Não conseguimos ver. Quando nos aproximamos, o carro saiu.

Marcelo fechou os olhos por um segundo, controlando o impulso de amaldiçoar.

— Puxem as câmeras da rua. Todas.

— Sim, senhor.

Ele desligou o rádio devagar.

A cidade continuava se movendo ao redor deles, buzinas, passos apressados, conversas distantes, mas Marcelo já não prestava atenção em nada disso. Seu cérebro começou a montar as peças sozinho.

"Sabrina não entrou mais em contato. Bruno tentou subornar um de seus seguranças. Agora alguém vigia as crianças."

Marcelo apoiou a cabeça no encosto do banco, os olhos semicerrados.

— Algo não fecha…

Ele falou mais para si mesmo do que para qualquer outra pessoa. Ou era coincidência demais. Ou alguém estava movendo as peças muito bem.

Um dos seguranças se aproximou alguns minutos depois, o celular ainda na mão. Marcelo percebeu a expressão tensa antes mesmo que ele abrisse a boca.

— Senhor…

Marcelo ergueu os olhos imediatamente.

— Já puxamos as câmeras da rua. — continuou o homem. — Conseguimos pegar a placa do carro quando ele virou a esquina.

Marcelo ficou imóvel por um instante.

— E então?

O segurança respirou fundo antes de responder.

— Identificamos o proprietário.

Marcelo inclinou o corpo levemente para frente, os olhos fixos no homem à sua frente.

— Quem?

O segurança respondeu sem rodeios:

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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