Paulo Niko Sankyo
Pego o tapete de borracha, uma toalha de rosto e a guia de sua coleira que trouxe dentro de minha mala. E me encaminho para adestrar a minha onī, para que depois Arthur termine o serviço.
Hoje ela terá um jogo duro. Resolvi que fosse duro por dois motivos: primeiro que eu ainda estou inseguro em deixar ela jogar com o Arthur. Quero que ela esteja concentrada no jogo, e se ele for duro, será mais fácil para ela. Quero que ela valorize o que temos.
Sei que eu posso ser mal interpretado com a minha decisão, mas eu quero que ela diferencie bem as coisas. E tenha total consciência do que ela tem comigo e do que terá com o Arthur. Essa atitude é uma faca de dois gumes. Ou ela pode sentir falta do que tinha, ou ela pode realmente valorizar a nossa relação do jeito que deve ser.
Eu preciso encarar os fatos. Devo parar de me preocupar se ela irá reagir ao Arthur num
compartilhamento. Nós somos irmãos, a nossa relação nunca poderá ser abalada por causa de uma submissa. E temos consciência disso, então eu devo arriscar e se eu perder ela para a circunstância, é porque nunca tinha que ser. Ela não era pra mim…
No estágio em que estamos, quando resolvi parar de misturar nossa relação por contrato com uma relação baunilha, me fez perceber o quanto essa diferenciação é importante para mim.
Ela também parece estar decidida a retirar esta "bigorna" do nosso caminho... Em nenhum momento vi receio de hoje ser compartilhado com ele. E talvez... Só talvez... eu esteja exagerando um pouco nessa incerteza se estou fazendo a coisa certa.
Mas chegou a hora! Me encaminho para o sofá onde ela continua sentada. Jogo o tapete no chão e falo:
-Retire o vestido e se ajoelhe...
Ela abre o fecho que está abaixo de sua axila e retira o vestido, ficando completamente nua. Ela se ajoelha no tapete de borracha que é cheio de bolinhas, enquanto Arthur massageia o corpo de Duda e Bernardo amarra Camila na cama.
Eu encaixo a guia de sua coleira na mesma, dando um puxão para que seu rosto se grude na frente da minha calça.
-Mostre para a platéia o quanto gosta de ser minha onī.
Mantenho sua guia bem presa a minha mão e com a outra mão seguro a sua nuca esfregando seu rosto em minha calça.
-Quero ver esses joelhos marcados onī…
-Sim mestre!
-Abra minha calça bem devagar.
Seu rosto continua colado ao meu pau. Ela põe a língua para fora e lambe minha calça ao mesmo tempo que seus dedinhos abrem o botão com cuidado, e desce o fecho.
Com ele ainda dentro da cueca eu faço ela esfregar o rosto ali, e ela se aproveita botando a língua para fora lambendo por cima da cueca.
Me afasto um pouco e tiro o meu pau da cueca. Ele solta para fora, duro.
-Lambe onī…
Ela põe a língua para fora e lambe ele todo. Puxo mais uma vez ela pela guia, colocando sua cabeça no meu ventre rente ao meu pau duro.
-Se esfrega oni e lambe como se fosse um sorvete.
Ela faz o que digo se deliciando com a brincadeira. De repente me afasto novamente, me abaixo beijando sua boca e mordendo seus lábios…
-Está na hora de chupar onī...
Quero ver você rebolar esse rabo gostoso, enquanto chupa o meu pau…
Ela abocanha o meu pau, e eu vou até o fundo de sua garganta, ela começa a balançar aquele rabo empinado para a platéia…
Como uma cachorrinha adestrada…
-Minha onī!!! Quer dar esse rabo para o mestre Arthur? Acho que vou deixar ele arrombar ele...
Ela geme com o pau na minha boca…
E eu sorrio.
Seguro com a guia com mais firmeza e começo a comandar, a entrada e saída do meu pau em sua boca…
Essa boca gostosa é só minha...
Vejo que ela começa a se incomodar com as bolinhas do tapete e às vezes ela se endireita, faz caretas…

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Doce Pecado
Cadê os capítulos...
A leitura não abre... Por quê???...
Cadê os capítulos...