Paulo Niko Sankyo
Vejo Bernardo se afastando dela e vindo em minha direção.
-Retire a mordaça, ela já está um bom tempo com ela…
-Ok! Você tinha que levar uma bronca. Não tem que jogar com Camila antes de um
compartilhamento. Ela não é uma máquina.
Bernardo revira os olhos.
-Dessa vez foi ela que quis Paulo. Ela sabe dos limites dela... Desencana…
Esses dois ainda vão se matar... É fato! Ele não tem limites e Camila também não.
Ele se afasta indo em direção a Duda e eu chego perto da Camila.
-Oi baby, vou tirar sua mordaça…
A retiro e ela respira com dificuldade.
Pego a água e levanto um pouco a cabeça dela para ela tomar.
-Estou satisfeita Mestre!
Retiro a garrafa e ponho na cabeceira novamente.
-Está bem baby?
-Sim, mestre Paulo.
-Quais são as palavras de segurança?
-Vermelho e amarelo.
-Boa menina!
Chego perto dela e começo a alisar seu corpo. Seus bicos dos seios estão vermelhos e seu clitóris também por causa da estimulação que Bernardo fez com o vibrador . Pego o flogger que Bernardo deixou na cama, e estimulo um pouco o corpo dela, apenas uma encenação para a platéia, porque sei que ela está cansada. Ela fecha os olhos e só geme quando o flogger atinge sua barriga e suas coxas. Miro apenas nos lugares em que Bernardo não estimulou. Olho para a minha menina e Arthur está botando ela no cavalete. Muito sério e compenetrado. Até com uma ruga na testa. Vejo que ele não olha para Duda. Acho estranho... No compartilhamento lá em casa ele não tirava os olhos dela. O que está acontecendo?
Minha menina me olha e sorri... Eu sorrio para ela também.
Bernardo está amarrando as mãos de Duda, com ela ainda deitada com as pernas arreganhadas na cama ginecológica.
Termino com o flogger e me afasto um pouco.
Abro minha calça novamente, retirando minha camisa. O paletó já não está comigo há bastante tempo. Tiro o sapato, encapo o meu pau com a camisinha.
Vou para o meio da cama, entre os pés da Camila e começo a masturbar ela com o meu pau…
-Já que você e Bernardo resolveram extrapolar ontem, vamos fazer um papai e mamãe bem básico.... O que acha?
Ela sorri...
-Eu acho que essas pessoas estão querendo algo selvagem…
-Vamos deixar Sabrina e Arthur no selvagem dessa vez...-Ela sorri novamente...-O que acha baby?
-Vai ser divertido fazer algo sem graça para a platéia, num jogo de bdsm. Pelo menos vamos ser pioneiros.
-Sabe como é... Eu já tenho fama de ser romântico.
Rimos juntos.
Eu me posiciono no meio de suas pernas e vou penetrando bem devagar. Ela realmente está bem irritada, mas como Bernardo gosta de dizer, ela ama ficar assim...
Então quem sou eu para contrariar…
Vejo ela fazendo uma careta na hora da penetração.
-Tudo bem baby?
-Sim mestre...
Vou me aprofundando mais e mais, até está todo dentro dela... Vejo ela e Bernardo mantendo o contato visual. Olho para a minha menina e ela mantém seu rosto voltado para mim enquanto Arthur surra a sua bunda com as mãos, apenas concentrado em sua tarefa.
Olho para a Duda e Bernardo está mantendo sua cabeça pendurada e fazendo com que ela chupe seu pau.
Me concentro na Camila por alguns momentos. Eu entro e saio com delicadeza…
-Pode ir mais forte mestre Paulo…
-Tem certeza?
-Sim mestre... Me fode... Esse negócio de papai e mamãe básico não serve…
Eu sorrio... me apoio nos meu braços e começo a rebolar um pouco, ela geme e logo depois retorno no vai vem aumentando um pouco mais a velocidade.
Ela e Bernardo são muito iguais, no quesito foda descontrolada.Quando ela começa a morder os lábios, eu diminuo o ritmo.Ela me olha com fogo nos olhos, mais não diz nada. Eu sorrio…
-Vamos fazer isso durar baby…
-Sim mestre…
Puxo a cordinha dos prendedores ao mesmo tempo que aumento novamente a velocidade... Ela começa a gemer…
Escuto Sabrina gritar, e a olho vendo Arthur comendo seu cú. Pelos gritos dela, eu imaginei que era isso que estava acontecendo.
Ela me olhou mordendo os lábios e eu pisco o olho para ela…
Em nenhum momento ela retirou os olhos de mim, e eu estou orgulhoso dela... Muito orgulhoso!
Não preciso mais me preocupar se ela ficaria entre eu e Arthur. O compartilhamento está aí para me provar que ela é minha submissa, sem sombra de dúvidas.
O que estou estranhando é a postura do Arthur e Duda. Algo está acontecendo e eu vou querer saber depois…
Volto a me concentrar na Camila e começo a aumentar o ritmo, batendo em sua pélvis quando entro nela…



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Doce Pecado
Cadê os capítulos...
A leitura não abre... Por quê???...
Cadê os capítulos...