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Doce Pecado romance Capítulo 96

Paulo Niko Sankyo

Me sento na beirada de sua cama e acendo o abajur de sua cabeceira.

Ela dorme tranquilamente com os cabelos espalhados no travesseiro.

Ontem ao chegarmos eu pus ela na cama e voltei para meu quarto. Ela nem protestou.

A bichinha estava cansada. O corpo pedia cama e o emocional também.

O compartilhamento de ontem foi perfeito! A punição também.

Eu sabia que ela não era chegada a dupla penetração. Quando discutimos o contrato ela deixou isso bem claro, mas não quis retirar do contrato. Disse que se acontecesse de forma esporádica, não importava.

Quando imaginei a sua punição, logo pensei nessa opção.

Não tinha outra forma de puni-la. Tinha que ser doloroso! Tinha que mexer com seu emocional. E Sabrina não era fã de torturas, principalmente que fosse privada de gozar. Eu já havia percebido isso com as punições por causa de seus atrasos.

Algumas vezes eu achei que ela fosse desistir e se entregar ao orgasmo. Mas ela foi valente! Muito valente! E quando ela achava que não ia conseguir, ela me olhava e eu via o seu engajamento na missão ficar maior.

Ela tirava forças de mim!

Era importante pra ela cumprir a tarefa!

E eu fiquei orgulhoso demais!

Para uma submissa, que está acostumada a gozar até desfalecer, é muito difícil segurar um orgasmo.

E ela conseguiu! Com louvor!

Com dois paus enormes conectados a ela.

Só me provou que ela é minha! Pelo menos o corpo é...

Já a mente... Ela ainda precisa se convencer disso!

Passo minha mão em seu rosto acarinhando suas bochechas para que ela acorde.

E não demora muito aqueles olhos verdes límpidos que me olham.

-Bom dia Hani!

-Bom dia mestre!- ela fala com a voz rouca.

Se vira na cama e tenta se sentar. Ela geme. Provavelmente de dor.

Pego o copo com suco que pus no criado mudo junto com o comprimido para dor.

-Tome... Vais se sentir melhor daqui a pouco.

Ela pega o copo e o comprimido e toma.

-Trouxe café da manhã para você...

Eu aponto a bandeja com o café na mesa perto da porta da sacada. Ela sorri...

-Café na cama mestre?

-Sim, você merece ser um pouco mimada.

Me levanto e vou até lá pegar a bandeja e ponho na sua frente.

"Bom, até ela se sentir insegura novamente né Paulo... E você sabe que se ela não se cuidar com a terapia, ela vai se sentir."

****

Boa idéia... Já que ficar com ela o dia todo de chamego neste apartamento, não vai fazer bem a nós dois.

Ainda existem muitas coisas que temos que lidar, e é imprescindível que continuemos com os limites rígidos.

-Boa idéia... Mas antes vou reivindicar minha posse...

Ela sorri e se vira na banheira me olhando.

-Sério?

-Sim sua sapeca!!! Mas nada de penetração, porque está impossibilitada hoje.

-Hummm... Então o que vamos fazer?

-Posso pensar em algumas coisas...

Ela gargalha e eu beijo sua boca.

-Vamos sair...

Eu me levanto da banheira pegando uma toalha para mim e outra para ela. Ela se levanta também saindo da água.

Seu corpo está com marcas de chupões e de chicote. Mais nada muito grave.

Ela termina de se enxugar e vai para o quarto e eu vou logo atrás dela.

Já estava passando a hora de sentir ela como minha novamente.

Continua…

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