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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 193

— Eu amaldiçoo você a morrer sozinho!

Carlos retrucou por instinto:

— Com isso você não precisa se preocupar. Eu já tenho um herdeiro. Preocupe-se com o seu próprio futuro.

— Hah! O que me diverte é a possibilidade de esse seu filho ter o sangue de outro homem.

Adriana deu um leve sobressalto e deu um passo à frente.

— Naiara! Você está passando dos limites.

Carlos estendeu o braço, protegendo Adriana atrás de si.

— Esqueci de avisar. Eu já mandei as amostras de sangue do César para o laboratório. O resultado já deve estar pronto.

Ele continuou, com ar de triunfo:

— Nos próximos dias, mandarei o Ronaldo buscar o exame de DNA. Vou fazer você engolir as próprias palavras e ver com os próprios olhos se o César é ou não do meu sangue!

Os dedos de Adriana, que apertavam a camisa de Carlos, se contraíram subitamente.

Ela não imaginava...

— Carlos, o que você disse?

Só então Carlos percebeu que falara demais no calor do momento. Apressou-se em justificar:

— Adriana, não me entenda mal. Eu só fiz isso porque ela não parava de insistir que o César não era o meu herdeiro. Quis fazer o teste de paternidade para calar a boca dela de uma vez por todas.

— Não desconfio de você, não coloque minhocas na cabeça.

As lágrimas de Adriana romperam como uma represa.

— Por que não me contou antes? Deveria ter falado comigo. Agindo pelas minhas costas, como quer que eu não pense o pior?

— Adriana... — Carlos ficou em pânico, todo atrapalhado. — Não chore, não é o que você está pensando. Como eu poderia duvidar da paternidade do César?

E assim, bem na frente de Naiara, sem o menor pudor, ele puxou Adriana para um abraço carinhoso.

O pai dela ainda jazia num caixão gelado.

E Carlos tinha a audácia de protagonizar aquela cena ali mesmo!

Naiara correu os olhos pelo ambiente, procurando desesperadamente algo para atirar nele.

Seu olhar recaiu sobre um vaso de porcelana com flores artificiais sobre a mesa.

Naiara deu alguns passos rápidos. Assim que seus dedos tocaram o vaso, uma mão a impediu.

Fábio, vestido num terno preto, com uma expressão solene, sussurrou:

— Deixe comigo.

Mal terminou de falar, Fábio desferiu um chute lateral veloz.

Capítulo 193 1

Capítulo 193 2

Capítulo 193 3

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