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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 566

— Ele me perguntou se, um dia, entregasse todo o império da família Jasmim nas suas mãos, eu guardaria rancor ou passaria a te ver como uma inimiga.

O coração de Naiara estremeceu.

— E o que você respondeu?

— Eu disse que não, claro! Se tivesse alguém para cuidar da família Jasmim no meu lugar, eu poderia viver uma vida mansa e tranquila. Seria motivo de sobra para comemorar.

Naiara estava com dificuldade de entender.

— Você nunca teve medo de que eu lutasse com você pela herança?

Pedro fez uma expressão cheia de mistério.

— Naiara, vou te contar um segredo. Quer ouvir?

— Sou toda ouvidos.

— Na verdade, eu vi todos aqueles diplomas, certificados e troféus que você escondia no seu quarto.

Naiara ficou atônita.

— Como você viu isso?

— Ué, eu entrava escondido no seu quarto e mexia nas suas coisas.

Pedro falou com a maior naturalidade do mundo, sem o menor pingo de culpa no rosto.

— Eu sei desde muito cedo que você é super inteligente e sempre foi a melhor nos estudos. Você só escondia para a gente não descobrir. Eu também sabia que a mamãe não gostava do seu brilhantismo. Ela achava que, se você fosse inteligente demais, acabaria sendo uma ameaça para mim. Por isso, na nossa frente, você se fingia de burra e medíocre.

— Mas eu penso diferente dela. Na minha cabeça, quanto mais competente você fosse, mais fácil seria a minha vida.

— E quanto à sua pergunta sobre eu ter medo de você brigar pela herança comigo...

— A resposta é: não. Porque eu sabia que você nunca faria isso.

Naiara ficou em silêncio por um longo tempo.

Em todos os anos em que conviveram, aquela talvez tivesse sido a vez em que Pedro mais disse coisas coerentes a ela.

Naiara percebeu que, na verdade, não conhecia o próprio irmão.

Sempre o enxergou como um playboy irresponsável, mulherengo e meio sem noção.

Mas agora, via que ele não era tão inútil assim.

— Você acha que, dizendo tudo isso, eu vou deixar você ir para minha casa? — questionou Naiara, com sua voz fria de sempre.

Pedro agarrou o braço dela sem soltar.

— Ah, deixa, vai! Prometo que são só uns dias, só para eu ter um pouco de paz naquela vida de inferno.

Naiara olhou de relance para aquelas mãos inoportunas.

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