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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 589

Quando Naiara passou por ela, Adriana a chamou.

Antes que Adriana pudesse abrir a boca, Naiara a cortou, fria e impassível:

— Se você está pensando em fazer barraco em público de novo, sinto muito, mas não vou render assunto. Você pode não ter vergonha na cara, mas eu tenho.

Um brilho de raiva cruzou o rosto de Adriana.

Mas durou apenas um segundo.

Havia olheiras escuras e profundas debaixo de seus olhos, que estavam opacos e sem vida.

— Eu só queria te avisar que o Carlos e eu vamos nos casar. Vamos assinar os papéis no cartório em alguns dias.

Naiara manteve a expressão de gelo.

— Parabéns. Finalmente conseguiu o que queria.

— Eu sei por que o Carlos vai casar comigo — a voz de Adriana era doce, patética e submissa. — Ele está casando pelas propriedades da família Fontana. Mas eu não me importo. Desde que eu possa ficar ao lado dele, está tudo bem. Eu o amo. Não quero deixá-lo.

— Não tenho o menor interesse em ouvir você falar sobre isso — disparou Naiara. — Não tem nada a ver comigo. Mais alguma coisa? Se não, com licença.

Adriana não disse mais nada.

Naiara passou reto.

Ao chegar na porta da sala reservada, virou-se instintivamente para dar uma última olhada.

Adriana também estava olhando para ela.

E, por incrível que pareça, não havia ódio naquele olhar.

Naiara desviou os olhos e entrou.

Ao sentar-se de volta com sua equipe, repassou a cena na cabeça. A sensação estranha persistia.

Mas ela não tinha paciência para se importar.

Sua maior vontade era nunca mais ver o rosto de Adriana pelo resto da vida.

Alguns dias depois.

A sentença final de Vitória foi decretada.

Quatro anos de prisão em regime fechado.

Corriam boatos de que o advogado de Vitória tinha feito uma defesa medíocre, cometendo erros crassos durante o processo.

Para um advogado de defesa, isso era um tabu absoluto.

Mas quem conhecia os bastidores sabia exatamente por que o advogado agira daquela forma.

Quando Naiara recebeu a notícia, já estava no local da competição.

Encontrar Carlos ali era mais do que esperado.

Ele usava um terno azul-marinho impecável. A postura ereta e a beleza de seus traços o faziam se destacar no meio da multidão, irradiando arrogância.

Mas Naiara já conhecia a verdadeira natureza desprezível dele. Aquela imagem já não lhe causava a mínima palpitação, como outrora.

Carlos caminhou tranquilamente até ela.

— Nervosa?

Naiara tinha acabado de ajustar seu equipamento.

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