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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 868

Isadora estacou no lugar. Ela não imaginava que Carlos ainda estava fixado naquele assunto.

— Se você me responder, eu posso escolher esquecer o que aconteceu e não contar a ninguém. Será como se nunca tivesse ocorrido — insistiu Carlos.

Isadora lançou-lhe um olhar gelado.

— E se eu não te disser?

— Aí eu não garanto que conseguirei manter a boca fechada. Imagine só o que a Naiara, o seu ex-marido e até o Afonso vão pensar de você... Tenho certeza que você tem noção das consequências.

O coração de Isadora saltou uma batida, mas ela respirou fundo antes de responder.

— Na cabeça deles, eu já não sou mais nada há muito tempo. O que eles pensam de mim não me importa mais.

— Você acha que vai me chantagear com esse truquezinho, Carlos? Errou de alvo. Pode espalhar para quem quiser, de preferência para toda Rio Belo. A humilhação não vai ser só minha, e não vou ser só eu a sair no prejuízo; você e a família Lucca também vão suar frio.

Depois de dizer isso, Isadora foi em direção à saída.

O azar foi que, assim que cruzou a porta, deu de cara com Karina.

A matriarca achou que estava vendo coisas.

— Quem é você e o que faz saindo do quarto do meu filho?!

Na verdade, Karina já tinha visto Isadora antes, apenas não se lembrou dela naquele instante.

Isadora não fez questão nenhuma de ser educada.

— Não te interessa quem eu sou!

Karina a agarrou pelo braço.

— Se explique agora mesmo! Quem é você?! De onde surgiu essa vadia que tem a audácia de vir até a minha casa seduzir o meu filho?!

Pá!

Um tapa sonoro estalou no rosto de Karina. A força do impacto a deixou vendo estrelas.

Isadora soltou uma risada debochada.

— Você acha que eu sou a Naiara, para abaixar a cabeça e ouvir os seus absurdos calada? Não ouse crescer para cima de mim. Saia da frente! Saia da frente, vira-lata!

Além de levar um tapa, Karina ainda foi empurrada para o lado. Louca de ódio, ela invadiu o quarto de Carlos.

— Carlos! Quem era aquela maluca?!

Carlos, que havia escutado o tumulto na porta, sorriu de forma cínica.

— Alguém que não leva desaforo para casa. É melhor não mexer com ela.

A raiva de Karina transbordou.

— Você ficou cego?! Ela acabou de bater na minha cara! Você vai deixar a sua mãe apanhar e não vai fazer nada?!

Carlos bateu as cinzas de seu cigarro.

— Isso não é problema meu.

...

Capítulo 868 1

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