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Grávida de um mafioso romance Capítulo 203

Não podia interferir, não podia cobrar nada dela, a tinha mandado embora e quebrado seu coração. Não podia mas mesmo assim não consegui me segurar, e quando dei por mim estava dentro do jatinho á caminho do Brasil.

Carolina teria que me explicar por que justamente o Matteo? O que ela teria aceitando casar com ele?

Se pretendia me enlouquecer e me fazer repensar em tudo o que foi dito naquele maldito dia, se o seu objetivo era me enganar esse tempo todo e me fazer pensar que eles realmente eram amantes, conseguiu.

Estava cego pela raiva, como ela tinha capacidade de se envolver com ele, mesmo depois de tudo entre nós. A deixei ir para ter uma nova chance e ela se casa com o desgraçado do Matteo??

Ligação on:

- Onde você está? - minha irmã pergunta, seu tom de preocupação me sufoca. Amo a Giulia e tenho consciência que sem ela estaria sendo tudo mais difícil, porém eu não precisava de uma grávida guarda-costas pemdurada no meu pescoço.

- Atravessando o oceano Atlântico.

- O QUE?! Luigi, você não pode ir atrás dela, mando-a embora com seus filhos! E também...

- Você sabia do casamento? Sabia de tudo muito antes, não é Giulia? - era mais uma acusação do que uma pergunta.

- Eles não tinham nada na época, garanto irmão, mas agora não tenho tanta certeza - ela suspira, cansada - apenas faça o que tem que ser feito. Traga a Carolina de volta e reúna sua família novamente. Estou torcendo por vocês.

Ligação off.

***

Existia uma grande área verde ao redor do hotel mais sofisticado do estado, que dava uma sensação de sossego muito diferente do que a capital demonstrava com seu trânsito horrível e os grandes prédios amontoados.

Matteo e eu temos gostos parecidos apesar da diferença de personalidade e de caráter, tínhamos o mesmo gosto para hotéis e mulheres, no caso, Carolina.

"O que não se pode ter, roube-o" era o que ele sempre dizia, quem imaginaria que uma brincadeira se tornaria tão real.

Fecho a porta do taxi e ando em direção á recepção, a julgar pelo horário, nesse finalzinho de tarde, deveriam está passeando no jardim ou aproveitando algum serviço do hotel juntos, como uma família. Aperto com mais força o papel com os programas e serviços do hotel que a recepcionista me entregou junto com o cartão.

Segundo o detetive contratado, os dois deveriam está morando juntos e ficando no hotel até o casamento acontecer, planos após o matrimônio ainda não foram investigados mas provavelmente comprarão uma casa e não se mudariam pois é conveniente para o infeliz, já que trabalham juntos num emprego fixo na Montero. Pelo visto, conseguiram até a ajuda daquela mulher que se dizia minha mãe.

- Eu amei a surpresa! - a voz animada de Carol me puxou para a realidade. Antes que a porta do elevador se fechasse, coloquei a mão para observá-la passando pelo salão da recepção de mãos dadas com o canalha.

- Vai sair ou entrar, senhor? - uma mulher mais velha, perguntou e me dei conta que segurava o elevador. Pedi para o funcionário do hotel levar minha mala e saí do elevador, andando em passos largos consegui alcançar os dois no jardim. Já estava escurecendo e o jardim se iluminava com pontos verdes de luzes, não tinha muitas pessoas no local quando o puxei pela gola da camisa.

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