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Grávida de um mafioso romance Capítulo 223

Antidepressivos, Luigi estava tomando esses comprimidos desde quando? Será que algum médico o prescreveu ou ele mesmo se medicou? Será mesmo que eram Antidepressivos e não drogas? A sua família sabia que ele estava tomando esses comprimidos? Se está tomando depressivos significa que... não!

Não queria pensar numa das piores coisas que possa acontecer a uma pessoa. Desistir da vida não deveria ser uma opção para ninguém, menos para Luigi.

- Vem cá - ele estende o braço, segurando minha mão e me conduzindo para o seu colo. Nem penso em como o vestido fica quando me sento de frente para o italiano, me dou conta que caía lágrimas dos meus olhos apenas quando ele as afasta com os dedos. Soluços vem em seguida quando a ficha cai, o abraço e ele permite que chore durante um tempo em seu pescoço - quero que saiba que a culpa não é sua, nunca foi.

- Me perdoa - me afasto para ver seus olhos verdes marejados. Não importa quantas vezes diga que não é minha culpa, no fundo sei que tenho minha parcela de culpa. Quem sabe ele começou a piorar quando aceitei sair da casa da nonna, quando aceitei o plano de Matteo, quando Luigi descobriu pelo detetive que estava no mesmo quarto de hotel que Matteo vivendo como uma família feliz com os gêmeos. Ou quando eu...

- Não. Não tenho nada para perdoar, você não tem culpa de nada, pelo contrário, você foi uma coisa boa que aconteceu na minha vida entre tantas desgraças, e nada que você faça vai mudar essa minha visão - gostaria de confessar que tudo não passava de um plano para ele vir atrás de mim, da nossa família, que lhe desse motivação para lutar por nós. Mas invés disso, chorei mais - não se sinta culpada em querer recomeçar, viver uma vida tranquila com os gêmeos longe de tudo que me persegue. Sei que não foi fácil sua decisão de aceitar o casamento com Matteo... - eu só queria que ele calasse a boca, parasse de dizer aquelas coisas. Porque tudo era mentira. Tudo.

Me impulsionei para frente, beijando-o desajeitada. O beijo com sabor de lágrimas foi se transformando em um beijo cálido, logo os lábios de Luigi largaram os meus para beijar todo meu rosto, pescoço e principalmente os cantos onde as lágrimas haviam caído. Quem estava febril agora era eu.

Quando acabou sua cota de beijos pelo meu rosto, era minha vez, um pouco impaciente e um tanto ambiciosa, rastejava meus lábios pelo seu rosto. Sua mão afrouxou a gravata e abri o primeiro botão da camisa, depois outros até que o blase estivesse jogado do outro lado do banheiro junto com a gravata e o colete aberto como a camisa. Agora tinha o acesso que queria.

- Assim não, amore mio - suas mãos trouxeram meu rosto ao alcance do seu, beijando minha boca e deslizando as mãos pelos meus braços, levando consigo as alças finas do vestido. Apressada, tentei retirar o vestido mas fui impedida - assim também não - com um sorriso e um olhar malicioso, Luigi me encarou e parecia adorar meu estado de desespero. Jurava que ia pedir para que eu implorasse para ser fodida, entretanto não pediu - quero te comer com você dentro desse vestido.

Ordenou que eu tirasse a calcinha e o sutiã, me levantei e tirei ambos na frente do espelho, erguendo o vestido novamente sem as alças. Luigi levantou se posicionando atrás de mim, um arrepio percorreu meu corpo quando afastou meu cabelo para frente dando-lhe passagem livre para meu pescoço e roçou o queixo na minha pele nua. A aspereza da sua barba me arranhava e me fazia desejá-la em outros pontos do meu corpo. Mordiscando minha orelha, ele finalmente falou baixinho o que desejava.

- Quero você, tudo em mim grita por você e é complicado esconder - sua ereção roça na minha bunda, luto contra a necessidade de me esfregar nela e forço minha atenção as suas palavras - continha alguma verdade na minha proposta de ser seu amante. Não me importo de ser usado por você, contanto que esteja dentro de você, do seu coração ou bem fundo na sua boceta - arfo quando ele puxa rispidamente para baixo a frente do vestido, fazendo que meus seios saltassem pelo movimento abrupto - A quem quero enganar? É complicado pra caralho ficar distante de você.

Suas mãos com impaciência seguraram a barra do vestido, puxando-o para se agrupar na minha cintura. Agora estava exposta como ele queria.

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