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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 113

Eliz

Ele se transformou, passando as patas no chão com suas garras afiadas. Igor estava mostrando sua força, tentando impressionar minha loba. Infelizmente eu não podia me transformar por causa da gravidez. Levantei-me e apoiei as mãos no altar, empinando-me, recebendo lambidas quentes e úmidas por toda a minha intimidade.

Quando Igor me montou e me mordeu, meus braços não aguentaram e cederam; fiquei debruçada sobre o altar enquanto ele rapidamente me estocava.

As palmas e os uivos foram chocantes e, ao mesmo tempo, excitantes. Quando ele chegou ao seu auge — numa estocada profunda — minhas pernas vacilaram. Ele desceu e se transformou em humano. Enquanto o observava, via os machos da matilha correndo em direção à mata, nus, como se a vida dependesse daquilo.

Adam e eu rimos e nos beijamos. Ele me colocou em seu colo e eu passei os braços em seu pescoço.

— Prometa, Luna Eliz, que nunca mais fugirá de mim.

— Se você prometer me escutar quando eu falar com você.

Senti-me nas nuvens; acho que nunca me senti assim em toda a minha vida.

Ele me levou para casa no colo, como se eu não pesasse nada. Passamos pelo quarto de Lívia, que continuava sua orgia particular com seus dois machos, e pela porta no final do corredor, do quarto de Ania também. Ania tinha suas asas translúcidas abertas e as pernas enlaçadas na cintura de Atenor. Adam lançou um olhar rápido e desviou.

— Interessado, Supremo?

— Prefiro lobas.

Eu sabia que era melhor não estragar o momento, e Adam seguiu com o meu corpo nos braços, mas fez questão de encostar a porta com o pé — como se alguém naquela matilha ainda não nos tivesse visto nus.

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