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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 276

Liliane

— Por favor, não fale nada! — peço, antes que Vanessa faça um estardalhaço.

Ela pega um pano que estava sobre a mesa e me ajuda, colocando-me sentada com a cabeça inclinada para trás. Aos poucos, o sangue vai estancando.

— O que mais anda escondendo, Liliane?

Seu rosto está sério, severo.

— Qual é, Vanessa? Até você? — ela limpa meu rosto cuidadosamente.

— Não desvia do assunto. Está escondendo mais alguma coisa?

Se ela soubesse que pareço uma boneca de corda… Minha energia liga e desliga sozinha quando me afasto de Aquiles e Ania. Provavelmente me obrigariam a ir até no banheiro com um deles.

— Não. Está tudo bem, Vanessa. Eu me curo rápido. Respira. Você enlouquecer ao meu redor não vai ajudar em nada. Só preciso subir e ficar perto das minhas baterias reservas ambulantes.

Tento tranquilizá-la, já prevendo como serão meus próximos meses.

— Vem, vou te ajudar a subir.

Quando entro no quarto, vejo Aquiles quase caindo da cama. A fada já tinha saído. Abraço seu corpo, procurando seu calor, e sinto meu corpo melhorar instantaneamente.

Passo a mão pelo abdômen de Aquiles. Minha loba ronrona de satisfação, com vontade de lambê-lo. Eu já sabia que ela seria tarada mesmo antes de nascer em minha mente.

Baixo a mão e a enfio dentro de sua calça de moletom, acariciando-o. Ah… isso sim me ajuda a me curar rápido, fazendo minha intimidade pulsar.

Quando ele fica ereto, me abaixo e começo a beijar a pele quente do seu membro. Viro-me de costas para ele, deixando que complete o serviço. Sua mão esquerda abraça meu corpo e segura meu seio direito, enquanto seus quadris se movem contra minha bunda.

Empino-me o máximo possível, querendo receber cada vez mais dele.

Quando chego a um clímax gostoso e tranquilo, Aquiles continua abraçado a mim. Acabamos adormecendo juntos.

**Lucila**

— Você é meio maluquinha. — Ele a afasta.

— E daí? Caio, você tem dezoito. Não é tão velho assim.

Ele parecia pensar, tomado pela luxúria. Enfim, ganhei. Ele me deixou colocá-lo na boca, e comecei a lamber da base até a ponta, olhando para ele e estudando cada gesto de prazer.

— Lucila…

— Ainda não quer que eu te leve na boca, Caio?

— Quero muito… esse não é o ponto. É errado.

Um suor fino cobria sua pele. Cheguei à conclusão de que, se ele ainda pensava com coerência, eu não era tão boa assim. Precisaria melhorar.

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