Liliane
— Por favor, não fale nada! — peço, antes que Vanessa faça um estardalhaço.
Ela pega um pano que estava sobre a mesa e me ajuda, colocando-me sentada com a cabeça inclinada para trás. Aos poucos, o sangue vai estancando.
— O que mais anda escondendo, Liliane?
Seu rosto está sério, severo.
— Qual é, Vanessa? Até você? — ela limpa meu rosto cuidadosamente.
— Não desvia do assunto. Está escondendo mais alguma coisa?
Se ela soubesse que pareço uma boneca de corda… Minha energia liga e desliga sozinha quando me afasto de Aquiles e Ania. Provavelmente me obrigariam a ir até no banheiro com um deles.
— Não. Está tudo bem, Vanessa. Eu me curo rápido. Respira. Você enlouquecer ao meu redor não vai ajudar em nada. Só preciso subir e ficar perto das minhas baterias reservas ambulantes.
Tento tranquilizá-la, já prevendo como serão meus próximos meses.
— Vem, vou te ajudar a subir.
Quando entro no quarto, vejo Aquiles quase caindo da cama. A fada já tinha saído. Abraço seu corpo, procurando seu calor, e sinto meu corpo melhorar instantaneamente.
Passo a mão pelo abdômen de Aquiles. Minha loba ronrona de satisfação, com vontade de lambê-lo. Eu já sabia que ela seria tarada mesmo antes de nascer em minha mente.
Baixo a mão e a enfio dentro de sua calça de moletom, acariciando-o. Ah… isso sim me ajuda a me curar rápido, fazendo minha intimidade pulsar.
Quando ele fica ereto, me abaixo e começo a beijar a pele quente do seu membro. Viro-me de costas para ele, deixando que complete o serviço. Sua mão esquerda abraça meu corpo e segura meu seio direito, enquanto seus quadris se movem contra minha bunda.
Empino-me o máximo possível, querendo receber cada vez mais dele.
Quando chego a um clímax gostoso e tranquilo, Aquiles continua abraçado a mim. Acabamos adormecendo juntos.
**Lucila**
— Você é meio maluquinha. — Ele a afasta.
— E daí? Caio, você tem dezoito. Não é tão velho assim.
Ele parecia pensar, tomado pela luxúria. Enfim, ganhei. Ele me deixou colocá-lo na boca, e comecei a lamber da base até a ponta, olhando para ele e estudando cada gesto de prazer.
— Lucila…
— Ainda não quer que eu te leve na boca, Caio?
— Quero muito… esse não é o ponto. É errado.
Um suor fino cobria sua pele. Cheguei à conclusão de que, se ele ainda pensava com coerência, eu não era tão boa assim. Precisaria melhorar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Laçando o supremo que me traiu.
A história é fascinante, parabéns ao autor(a). Ela nos vicia a querer saber mais....
Olá, gostaria de saber se já lançou mais algum capítulo além desses que estão aqui. E quando irão lançar?...