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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 277

Luna Vanessa

Depois de deixar Liliane em seu quarto, ainda não estava com vontade de voltar para encontrar Adrian. Resolvi abrir a porta e caminhar um pouco.

O céu limpo e estrelado, junto com o ar frio, me trouxe uma sensação agradável de sossego. Caminhei alguns metros quando um lobo enorme passou a andar ao meu lado. Não precisei olhar para saber, de alguma forma, que era Adrian.

Devíamos formar uma cena e tanto: uma humana com um lobo gigante ao lado, servindo de guarda.

Ele passou na minha frente, exigindo minha atenção. Ignorei da primeira vez, mas caí de bunda no chão na segunda.

— Certo. Nem caminhar eu posso mais? — falei, abraçando meus joelhos.

Ele se abaixou à minha frente, fazendo um gesto com o focinho para que eu subisse.

Me virei e voltei para casa. Ele não podia me dar ordens como um ogro e ser fofo depois. Nada feito.

Ouvi a pata dele raspando o chão e um uivo baixo. Antes de chegar à porta, Adrian — nu — segurou meu pulso. Olhei rapidamente para os lados.

— Você não pode andar assim por aí.

— Ninguém liga. Nosso povo é acostumado com a nudez.

— Pois eu acho que tem um monte de fêmeas solteiras nesse bando olhando para você e delirando. Vai colocar uma roupa.

Ele deu de ombros, mas entrou logo atrás de mim.

— A única fêmea que me importa é você, Vanessa… e nosso filhote. Não posso deixar que se coloque em perigo.

Me virei para encará-lo, mas conversar com um homem daquele tamanho, completamente nu, era desconcertante.

— Então providencie que alguém estude o caso deles. Conversei com Liliane, e ela acha que podem ser ômegas dourados que fugiram no passado, se estabeleceram entre humanos e…

— E?

Pensei por um momento. Não era um segredo meu, mas Liliane, no momento, nem podia ajudar a si mesma.

Passei a língua nos lábios, tentando me acalmar, e vi o olhar dele acompanhar o gesto, fazendo meu coração disparar.

— Pode haver uma quantidade significativa deles.

Adrian me olhou daquele jeito… como um lobo prestes a dar o bote na presa.

— O problema é que não posso matá-los?

Um frio percorreu minha espinha. Tomara que eu estivesse tomando a decisão certa.

— Não é só isso. Quero que os estude. Quero saber a história de cada um.

Meus olhos se voltaram para sua intimidade, que ganhava vida no meio da conversa, me desconcentrando.

— Você acabou de dizer que pode haver uma quantidade significativa deles. Vai colocar meus homens em perigo por eles?

Ele chegou bem perto, e vi seu membro pulsar duas ou três vezes.

— Não. Eu não faria isso. Podemos ser discretos. Só com aqueles que nos procurarem, como esses. Para começar, isso basta.

Minha respiração ficou entrecortada. Senti meus mamilos se enrijecerem sob o tecido fino da camisola.

— Está bem, fêmea. Mas você não vai mais pessoalmente até que tenhamos acertado tudo isso.

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