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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 38

Vanessa Bragança

Chorei abraçada a Adrian até pegar no sono. Quando acordei, ainda estava em seus braços, enquanto ele acariciava suavemente minha cabeça.

Ergui um pouco o corpo e me arrastei até seus lábios, beijando-o lentamente. Eu precisava tanto do seu calor… entendendo minha necessidade, suas mãos começaram a percorrer minhas costas, deixando um rastro quente e formigante sob a ponta dos dedos.

Fui abrindo caminho com uma trilha de beijos delicados por seu queixo e pescoço. Em resposta, senti o despertar do seu corpo sob o meu.

Será que meu toque tinha o mesmo efeito nele por sermos companheiros?

Decidi investigar o corpo do meu lobo. A cada toque, sua pele se arrepiava. Aquilo era, sem dúvida, um sim. Um cheiro delicioso me envolveu — pensei que fosse perfume, até perceber que vinha da própria pele dele.

Lambi e chupei cada pedaço com devoção, ansiando por sentir seu gosto. Queria mostrar o quanto era grata por cada carícia. Mordisquei suas coxas musculosas e avancei lentamente até onde ele mais ansiava. Lambi a glande inchada e rosada, passando a língua com curiosidade. Adrian segurou meu cabelo, querendo ver exatamente o que eu fazia, e mantive meus olhos nos dele.

Me posicionei sobre seu membro, escorregando-o em minha entrada já encharcada, mostrando o quanto o queria ali. Ele não resistiu. Ergueu o corpo e me abraçou com força enquanto eu me movia sobre ele, sentindo-o dentro e fora de mim, como se fôssemos um só.

O calor dele me envolveu e um tremor tomou meu corpo. Joguei a cabeça para trás, rendida, ansiosa. Adrian abocanhou meus seios, sugando um e depois o outro. Dessa vez foi diferente… senti como se o orgasmo fosse me consumir por inteiro. Minhas pernas ficaram moles, e meu corpo implorava por mais.

Ele segurou firme minha cintura e encontrou seu alívio, mas isso apenas despertou ainda mais o meu desejo.

Adrian lambeu minha clavícula e deixou mordiscadas suaves em meu pescoço.

— Por favor, Adrian… — implorei, sem saber exatamente pelo quê.

— Você está cansada. Descanse um pouco — senti seu corpo enrijecer sob o meu.

— Quer… que eu saia para descansar?

— Não… — sussurrei, me aninhando contra ele, minha tábua de salvação em meio ao caos.

Senti seu corpo relaxar em alívio.

***Artemísia***

Minha cabeça tentava alcançar todas as possibilidades do que eu tinha feito, o contrato estipulava que meu primeiro encontro com Felipe tinha que ser na frente dos anciãos, com toda a matilha por testemunha.

— Liberem a entrada — ordenei pelo elo mental aos guerreiros que vigiavam os limites da alcatéia.

Bônus 38 A visita do vô Gustavo 1

Bônus 38 A visita do vô Gustavo 2

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