Eliz
Ele inalou meu aroma e lambeu minha marca com uma delicadeza indescritível.
Peguei seu membro e o guiei para dentro de mim, deslizando com facilidade graças à minha excitação abundante. Ele me preenchia por inteiro, fazendo meu corpo estremecer.
Ofeguei com o alívio que me invadiu e comecei a cavalgar sobre ele. Adam segurou minha cintura com cuidado, como se eu fosse quebrar. Apertei seus braços fortes com força e logo me desfiz em prazer, minha intimidade o apertando até que ele tombou de costas na cama.
— Como esperei por isso, minha Luna… — murmurou, enquanto sua essência me inundava.
Ver seu corpo entregue abaixo de mim reacendeu meu desejo. Num movimento firme, ele me puxou, me jogou na cama e prendeu meus braços acima da cabeça. Sua boca percorreu cada pedaço do meu corpo com fome e devoção, ao mesmo tempo em que sua energia vibrava, despertando algo novo em mim.
— Olhe para mim, Eliz… — ordenou, penetrando-me com mais força.
O som de nossos corpos se chocando preenchia o quarto, misturado aos gemidos que escapavam de nós dois. O cheiro de cedro que emanava dele me envolvia, e minhas garras arranharam suas costas, pedindo mais.
Sem conseguir pronunciar uma palavra, deixei meu corpo falar por mim.
Fomos para o banheiro. Ele me lavou vagarosamente, despertando cada pedacinho da minha pele. Em seguida, se abaixou, ergueu uma das minhas pernas e enfiou o rosto entre elas, arrancando de mim um arquejo profundo contra a parede.
Quando se levantou, segurou minhas duas pernas e me tomou de novo, desta vez mais fundo, erguendo e abaixando meu corpo em seu membro com firmeza. Agarrei seu pescoço e o beijei intensamente, até que chegamos juntos ao clímax mais uma vez.
Na volta, desvio o caminho e entro em uma joalheria famosa. Eu queria algo valioso, que a fizesse lembrar sempre do nosso vínculo.
A vendedora me mostrou vários conjuntos, mas um se destacou. Brincos e colar em forma de pequenos trevos de quatro folhas, incrustados com diamantes, acompanhados de uma pulseira delicada.
— Vou levar este e a pulseira — falei, orgulhoso. Minha Luna ficará perfeita com eles, assim como ela fez florescer minha vida.
Mas, ao chegar em casa, deparei-me com o vazio. Minha Luna não estava lá. Verifiquei os carros, e nenhum havia sido levado. Fui até o guarda-roupa: todas as roupas que eu comprei ainda estavam ali. Apenas sua mochila havia sumido.
Meu coração se partiu em dor, e meu uivo ecoou, carregado de agonia, sendo ouvido até pelas matilhas vizinhas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Laçando o supremo que me traiu.
A história é fascinante, parabéns ao autor(a). Ela nos vicia a querer saber mais....
Olá, gostaria de saber se já lançou mais algum capítulo além desses que estão aqui. E quando irão lançar?...