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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 48

Eliz

Ele inalou meu aroma e lambeu minha marca com uma delicadeza indescritível.

Peguei seu membro e o guiei para dentro de mim, deslizando com facilidade graças à minha excitação abundante. Ele me preenchia por inteiro, fazendo meu corpo estremecer.

Ofeguei com o alívio que me invadiu e comecei a cavalgar sobre ele. Adam segurou minha cintura com cuidado, como se eu fosse quebrar. Apertei seus braços fortes com força e logo me desfiz em prazer, minha intimidade o apertando até que ele tombou de costas na cama.

— Como esperei por isso, minha Luna… — murmurou, enquanto sua essência me inundava.

Ver seu corpo entregue abaixo de mim reacendeu meu desejo. Num movimento firme, ele me puxou, me jogou na cama e prendeu meus braços acima da cabeça. Sua boca percorreu cada pedaço do meu corpo com fome e devoção, ao mesmo tempo em que sua energia vibrava, despertando algo novo em mim.

— Olhe para mim, Eliz… — ordenou, penetrando-me com mais força.

O som de nossos corpos se chocando preenchia o quarto, misturado aos gemidos que escapavam de nós dois. O cheiro de cedro que emanava dele me envolvia, e minhas garras arranharam suas costas, pedindo mais.

Sem conseguir pronunciar uma palavra, deixei meu corpo falar por mim.

Fomos para o banheiro. Ele me lavou vagarosamente, despertando cada pedacinho da minha pele. Em seguida, se abaixou, ergueu uma das minhas pernas e enfiou o rosto entre elas, arrancando de mim um arquejo profundo contra a parede.

Quando se levantou, segurou minhas duas pernas e me tomou de novo, desta vez mais fundo, erguendo e abaixando meu corpo em seu membro com firmeza. Agarrei seu pescoço e o beijei intensamente, até que chegamos juntos ao clímax mais uma vez.

Na volta, desvio o caminho e entro em uma joalheria famosa. Eu queria algo valioso, que a fizesse lembrar sempre do nosso vínculo.

A vendedora me mostrou vários conjuntos, mas um se destacou. Brincos e colar em forma de pequenos trevos de quatro folhas, incrustados com diamantes, acompanhados de uma pulseira delicada.

— Vou levar este e a pulseira — falei, orgulhoso. Minha Luna ficará perfeita com eles, assim como ela fez florescer minha vida.

Mas, ao chegar em casa, deparei-me com o vazio. Minha Luna não estava lá. Verifiquei os carros, e nenhum havia sido levado. Fui até o guarda-roupa: todas as roupas que eu comprei ainda estavam ali. Apenas sua mochila havia sumido.

Meu coração se partiu em dor, e meu uivo ecoou, carregado de agonia, sendo ouvido até pelas matilhas vizinhas.

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