Eliz
A mulher gritando incessante no corredor enquanto os guardas a impediam de entrar, começou a me deixar com mais dor de cabeça então escancarei com raiva a porta por dentro.
— Pronto já está me vendo. — A feição de raiva extrema passou a incrédula em pouco tempo.
— Eliz? Você largou o Supremo pra ficar com o Lucien?
— Não minha rainha. — Entendendo o problema dela, cheguei perto da porta. — O rei nunca ficou menos de um metro de distância, pode sentir no meu cheiro.
Rainha Júlia franziu a testa tentando entender a situação.
Os guardas continuavam na porta, fazendo a proteção eu não posso sair, ela não pode entrar.
Então resolvi lhe explicar como a situação com meu companheiro tinha virado caso para a coroa resolver.
— Me desculpa, ele foi direto ao escritório quando te deixou aqui. Não explicou nada— Como todo macho- Eu conheço o que você fazia pelas fêmeas, inclusive Lívia sua amiga me fez contratar algumas fêmeas que vocês resgataram para trabalhar aqui.
Eu sabia disso, inclusive tinha eu mesma feito a recomendação a Lívia que as trouxesse, já que o palácio e o lugar mais seguro em todo o reino.
— Então você vai ficar até ter o filhote... nascer.
— Acho que sim... e o seu companheiro não me permitiu trazer nada comigo, serei uma prisioneira aqui até tirarem essa coisa de mim.
— Eliz ! — Ela falou em tom de reprimenda— É seu filho.
— Não é não. — Me defendi rápido e mudei de assunto— Espero não lhe dar muito trabalho.
A Rainha, perspicaz, entendeu e deixou o assunto de lado.
— Providenciarei, suas coisas. Descanse um pouco.

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