“Nem todo amanhecer traz pressa. Alguns trazem permanência.”
Acordei com a certeza silenciosa de que Damian ainda estava ali.
A luz suave do amanhecer entrava pela janela do quarto, pintando tudo com tons dourados e rosados. O sol ainda estava fraco, mas já aquecia o ar.
Acordei devagar, sentindo um peso delicioso e quente ao meu redor. Os braços fortes de Damian me envolviam por completo, envoltos em minha cintura, como se mesmo dormindo ele tivesse medo de que eu escapasse. Nossos corpos estavam completamente nus, minhas costas estavam coladas ao seu peito largo. Uma de suas pernas estava entrelaçada às minhas.
Sorri antes mesmo de abrir os olhos.
As memórias da noite anterior vieram como uma onda quente: o vestido caindo, minhas mãos explorando seu corpo, o momento em que ele entrou em mim devagar, preenchendo-me completamente, os gemidos baixos, o prazer que me fez tremer e chamar seu nome. Meu sorriso se alargou.
Eu me sentia diferente,mais leve, mais viva, mais dele.
Fechei os olhos apreciando o calor do corpo dele próximo de mim. Lembrando de cada detalhe da noite anterior. Meu coração apertou de carinho e foi então que senti.
Meu coração apertou de carinho e foi então que senti.
Seu membro estava rígido, quente e pulsante entre minhas coxas, encaixado bem no meio das minhas pernas, pressionando contra minha intimidade. A cada respiração dele, ele latejava levemente contra mim. Senti meu rosto queimar em um rubor intenso. Meu corpo reagiu imediatamente e um calor úmido se espalhou entre minhas pernas.
Sem pensar e sem querer, comecei a me mover devagar. Um movimento sutil dos quadris, quase inconsciente, buscando mais contato, mais atrito. Rocei-me contra ele, sentindo ele deslizar ainda mais e não consegui conter o som de um gemido que se espalhou dos meus lábios.
Damian acordou com um sorriso preguiçoso e os olhos ainda semicerrados.
— Bom dia, princesa… — murmurou com a voz rouca de sono, carregada de desejo.
Uma de suas mãos subiu pelo meu corpo e envolveu meu seio, fazendo seu polegar roçar o mamilo. Ele o segurou entre os dedos puxando suavemente, depois com um pouco mais de firmeza. Me fazendo arquear as costas no mesmo instante.
— Damian…
Com a outra mão, ele segurou minha coxa, levantando-a com facilidade, abrindo-me para ele. Senti o seu membro pressionar minha entrada, agora molhada e quente.
Ele não teve pressa.
Entrou devagar, deslizando para dentro de mim. A sensação de ser preenchida novamente foi incrível. Apenas um pequeno incômodo que logo foi substituído por um prazer imensurável.
— Damian…
Damian beijou minha nuca e sussurrou contra minha pele:
— Quer que eu continue assim… bem devagar?
— Sim… — respondi, com minha voz entrecortada por um suspiro. Meu corpo já estava completamente entregue, tremendo de expectativa. Eu me movi levemente contra ele, incentivando-o.
— Calma princesa… não quero te machucar.
Corei envergonhada, mas Damian me invadiu por completo e me fez gemer de prazer.



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