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Leilão da Inocência: A Virgem Vendida Para o Bilionário romance Capítulo 149

“Algumas noites mudam a vida. Mas é o amanhecer que decide se o amor fica.”

Elena Rossi

Havia uma diferença entre amar um homem poderoso e descobrir que ele estava disposto a se ajoelhar diante do seu olhar. Naquela manhã, eu aprenderia exatamente o tamanho dessa diferença.

Eu tive medo de abrir os olhos.

Porque algumas felicidades são frágeis demais para sobreviver à luz do dia e porque se aquilo tivesse sido um sonho, eu preferia continuar dormindo. Mas comecei a prestar atenção nos sinais. O peso de um braço sobre a minha cintura. O calor de um peito firme contra meu rosto. A respiração profunda que roçava meus cabelos.

Ele estava ali, Damian estava ali, então tudo tinha sido real.

E Deus, se era real, eu nunca mais seria a mesma.

Acordei devagar, como se meu corpo tivesse medo de quebrar o encanto.

Estava completamente nua, enrolada nos braços fortes de Damian. Meu rosto descansava no peito dele, uma perna jogada por cima da sua coxa, e o calor da pele dele era a única coberta que eu precisava. Nossos corpos ainda estavam entrelaçados exatamente como havíamos adormecido, suados, satisfeitos, inseparáveis.

Um sorriso largo nasceu dentro de mim antes mesmo de abrir os olhos. Lembrei de tudo: dos beijos que não paravam, das mãos dele me segurando como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo, do teatro, do pedido de namoro, de como eu disse sim sem medo.

E agora, aqui estava eu, vivendo isso.

Meu coração deu um salto doce e assustado ao mesmo tempo. Era tudo tão bonito, tão intenso, tão… meu. Tive medo de abrir os olhos e descobrir que tudo não passava de um sonho lindo demais para ser real. Medo de acordar sozinha, de acordar de volta naquele corredor frio do hospital.

Respirei fundo, sentindo o cheiro dele. O seu perfume misturado com o meu era o bálsamo que eu precisava para abrir os olhos.

Damian dormia profundamente ao meu lado. O rosto relaxado, a boca entreaberta, o queixo quadrado, a barba por fazer. Eu amava essa versão dele, mas vulnerável, mais sereno, mais humano… e absurdamente lindo.

Meus olhos verdes desceram devagar pelo corpo dele, como se tivessem vontade própria. O peito largo subia e descia indicando que ele estava relaxado e em paz. Os músculos do abdômen marcados mesmo em repouso, a linha fina de pelos que descia até…

Parei.

A ereção matinal dele estava ali, completamente dura, descansando contra a barriga. E só de olhar senti uma umidade tomar conta da minha intimidade. Meu corpo inteiro reagiu, meus seios que ainda estavam sensíveis pela noite anterior, reagiram. Senti minha intimidade pulsar e o desejo acordar antes mesmo da razão.

— Deus o que me tornei?

Capítulo 149 – O Primeiro Amanhecer 1

Capítulo 149 – O Primeiro Amanhecer 2

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