“Naquela manhã Damian Cavallari tinha uma reunião importante. Mas havia uma mulher com planos melhores.”
O CEO mais disciplinado da cidade estava prestes a descobrir uma coisa perigosa: mulheres grávidas não respeitam agendas.
Damian permaneceu imóvel por alguns segundos.
A gravata ainda estava entre os dedos dele, meio presa no gesto que havia começado segundos antes, mas que agora parecia completamente esquecido enquanto os olhos azuis dele percorriam lentamente meu corpo ajoelhado sobre a cama.
O silêncio entre nós durou apenas um instante. Mas foi um daqueles instantes que parecem durar muito mais tempo.
Ele soltou uma pequena expiração pelo nariz, quase como uma risada contida, e então balançou a cabeça devagar.
— Elena…
A voz dele saiu baixa, controlada e perigosamente calma.
— Eu estou tentando ser um homem responsável.
Inclinei a cabeça para o lado, fingindo inocência.
— E…?
Ele terminou de dar o nó na gravata com um gesto firme, como se estivesse reunindo o pouco de autocontrole que ainda restava.
— E homens responsáveis não faltam a reuniões importantes.
Eu deslizei lentamente pela cama na direção dele.
— Você é o dono da empresa — murmurei.
Damian me observava como se cada movimento meu fosse um ataque direto ao pouco controle que ele tentava manter.
— Isso não muda o fato de que existem pessoas esperando por mim.
— Elas podem esperar mais.
Ele arqueou uma sobrancelha.
— Podem?
— Podem.
Damian ficou em silêncio por alguns segundos. Então passou a mão pelo rosto respirando firme.
E murmurou para si mesmo:
— Eu não sobrevivo a essa mulher.
— Sobrevive sim — respondi com um sorriso lento.
Ele levantou os olhos novamente para mim. E naquele momento o CEO disciplinado desapareceu completamente, restou apenas o homem.
O homem que me amava.
O homem que ainda há poucas horas havia descoberto que seria pai.
Eu engatinhei devagar pela cama, completamente nua, deixando o lençol abandonado para trás. Meus joelhos afundaram no colchão enquanto eu avançava direto para ele, com os olhos fixos nos dele, e o corpo exposto sem qualquer vergonha. Quando cheguei na beirada, ainda de quatro, me ergui até ficar ajoelhada bem na frente dele.
Damian deu dois passos na minha direção parando bem diante da cama enquanto seus olhos desceram novamente pelo meu corpo e ele fez algo que eu jamais tinha ouvido antes.
— Puta que pariu, assim fica difícil.
Eu mordi o lábio rindo.
— Não sabia que homens certinhos falavam palavrão…
Ele soltou uma pequena risada rouca.
— Uma porra que não falam.
Me aproximei ainda mais, levantei o rosto e depositei um beijo quente e lento no pescoço dele. Depois desci para o peito, beijando a pele quente por cima da camisa aberta, sentindo o coração dele bater forte sob meus lábios. Em seguida, descia da cama e me ajoelhei de verdade diante dele, passando as mãos por suas coxas grossas por cima da calça.
—Pequena…
Com um gesto deliberado, abri o cinto, desabotoei a calça e puxei o zíper para baixo. O membro dele já estava duro, grosso e pulsante. Eu o tirei para fora sem pressa nenhuma, segurando-o firme na mão.
Olhei para cima, direto nos olhos dele, e disse com a voz rouca:
— Agora eu preciso da minha sobremesa…
Sem esperar resposta, envolvi a glande com os lábios e comecei a chupar. Devagar no início, depois mais fundo, sugando com vontade. Damian soltou um gemido baixo e entregou-se ao prazer. Uma das mãos dele veio para meus cabelos, os dedos se fechando sem forçar, apenas acompanhando o ritmo enquanto eu o levava cada vez mais fundo na boca, sentindo-o pulsar contra minha língua.

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