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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 134

Ouvi os passos dele. Através do vidro embaçado, vi a silhueta dele se livrar das roupas com uma rapidez impressionante. A porta do box se abriu e Massimo entrou no espaço reduzido. O impacto visual do seu corpo nu, musculoso, coberto de tatuagens e cicatrizes de guerra, sempre me impressionava, mas ali, sob a luz difusa do banheiro, o meu olhar passou a expressar explicitamente a minha intenção pecaminosa. Eu o queria. Agora. E ele, como o predador que era, entendeu prontamente.

Massimo deu um passo à frente e me agarrou embaixo do chuveiro. Senti o jato de água quente passar pelo meu corpo ao mesmo tempo em que aquelas mãos grandes e firmes se cravavam na minha cintura, puxando-me para colar as nossas peles. O choque térmico e o contato carnal me fizeram arfar. Juntei os nossos lábios em um beijo de força intensa, uma disputa faminta de línguas onde eu colava cada centímetro do meu corpo ao dele. No meio do beijo, pressionei o meu quadril para a frente e percebi a sua excitação brutal, rígida e pronta, chocando-se contra a minha coxa. Aquilo me deixou completamente louca.

Já me vi completamente ofegante no ouvido dele, soltando gemidos baixos só com os nossos primeiros beijos e os toques possessivos das suas mãos que desciam pelas minhas costas molhadas. Eu queria o controle daquela preliminar. Me afastei minimamente, rompendo o beijo com um estalo, e peguei o sabonete em barra que estava no suporte de metal.

— Fica de costas — ordenei com a voz trêmula de desejo, empurrando o ombro dele de leve.

Massimo soltou um rosnado baixo, mas obedeceu. Eu o virei de costas para a queda d'água. Comecei a passar o sabonete pelas suas costas largas, criando uma camada de espuma branca e perfumada sobre a sua pele bronzeada. Com as minhas mãos ensaboadas, fiz uma breve massagem nos seus ombros tensos, sentindo os nós dos seus músculos cederem sob a minha pressão. Em seguida, dei um passo à frente e o abracei por trás, colando os meus seios contra as suas costas molhadas. Esfreguei o meu corpo inteiro ao dele em um movimento sinuoso, subindo os meus braços ensaboados pelo peito largo dele. Desci as minhas mãos pela sua barriga trincada, sentindo a sua respiração travar, até que os meus dedos finalmente encontraram o seu pau firme, latejando de ansiedade.

Segurei a sua extensão rígida e comecei a masturbar-lhe devagar, subindo e descendo a mão com precisão, sentindo o sabonete espumar e deslizar com uma facilidade deliciosa na minha palma. Massimo jogou a cabeça para trás, soltando um gemido rouco que reverberou pelas paredes do box.

Ele não aguentou o ritmo lento por muito tempo. Com um movimento brusco, Massimo se virou de frente para mim, os olhos injetados de puro tesão. Ele me agarrou pela bunda com as duas mãos, suspendendo-me de leve e me pressionando contra o box. Dava para sentir por aquela pegada bruta e possessiva que ele já estava ficando completamente louco, perdendo o controle que tanto prezava. E era exatamente isso o que eu queria. Eu queria desestruturar o Don.

Com um sorriso malicioso, usei as minhas mãos no peito dele e o empurrei levemente em direção ao fluxo principal da água. Vi a espuma branca escorrer por todo o seu corpo musculoso, limpando a pele. Decidi descer junto com a água. Escorreguei o meu corpo pelo dele até ficar de joelhos no chão molhado do box. Meu coração parecia uma bateria no peito; eu estava extremamente ansiosa para sentir aquele pau duro e pulsante dentro da minha boca. Eu nunca tinha feito um sexo oral nele antes. Seria a nossa primeira vez, e o álcool me deu a audácia que faltava.

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