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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 144

POV: Massimo

O calor dentro do quarto estava sufocante, alimentado pela eletricidade estática que ainda pairava no ar depois da punição. Eu estava de pé ao lado da cama, desabotoando os últimos botões da minha camisa social com pressa. A adrenalina corria como fogo nas minhas veias. Arranquei a camisa, jogando-a em qualquer canto do chão, e comecei a abrir o cinto da calça, sem desviar os olhos de Chiara por um único segundo.

Chiara não perdeu tempo. Com movimentos rápidos, ágeis e completamente desprovidos de qualquer timidez, ela se livrou do vestido, deixando que o tecido luxuoso escorregasse pelo seu corpo e se acumulasse no colchão. Quando terminei de tirar a minha roupa e chutei a calça para longe, voltei o meu olhar para a cama e o cenário que encontrei simplesmente paralisou os meus movimentos.

A safada já estava posicionada. Chiara havia se colocado de quatro no centro dos lençóis desalinhados. Ela deitou a cabeça de lado no colchão, os cabelos escuros espalhados como uma cortina selvagem, e jogou as duas mãos para trás. Com os dedos firmes, ela segurou a própria carne e se abriu para mim, arrebitando o quadril com uma audácia que me desarmou por completo.

Naquele milésimo de segundo, eu esqueci até o que ia fazer. O meu cérebro simplesmente parou de funcionar diante daquela visão. Para me enlouquecer ainda mais, ela afastou um pouquinho mais cada lado da bunda, me dando uma visão perfeita, absoluta e pecaminosa de toda a sua intimidade exposta sob a luz fraca do abajur.

Ela olhou para trás por cima do ombro, as pupilas completamente dilatadas, as bochechas coradas e os lábios entreabertos pela respiração ruidosa.

— Vem aqui... — a voz dela saiu como um sussurro arrastado, carregado de uma luxúria que me deu um soco direto no estômago. — Vem aqui e me fode com força, Massimo. Agora.

Aquele comando foi o estopim para que o resto do meu controle evaporasse. Avancei para a cama como um predador que finalmente alcança a presa. Subi no colchão, ajoelhando-me logo atrás dela, e a primeira coisa que fiz foi desferir um tapa forte e estalado na bunda dela. O som ecoou pelas paredes do quarto e a carne macia ganhou uma marca avermelhada instantânea, além das marcas vermelhas que já estavam devido à punição que eu havia dado com a palmatória. Chiara soltou um gemido agudo, arqueando ainda mais as costas, saboreando o impacto.

Inclinei o meu corpo sobre o dela, apoiando o meu peso, e desci o meu rosto até a sua intimidade aberta. Passei a língua de forma lenta, firme e molhada, subindo desde a entrada da sua boceta até o seu cuzinho, recolhendo o mel que já escorria dela e saboreando o seu gosto pecaminoso. Chiara deu um sobressalto na cama, os dedos cravando-se nos lençóis com força enquanto um som sôfrego escapava da sua garganta.

Eu não aguentava mais esperar. Segurei o seu quadril com as minhas duas mãos grandes, cravando os meus dedos na sua pele com uma força possessiva, e a penetrei de uma vez só, afundando o meu membro até a raiz dentro dela.

— Putana... — rosnei contra a sua nuca, sentindo o aperto absurdo da sua carne quente me acolhendo.

Comecei a fodê-la sem nenhuma piedade. Eu empurrava o meu quadril contra o dela com uma força bruta, fazendo a estrutura pesada da cama de casal ranger contra a parede a cada estocada. O impacto dos nossos corpos colidindo criava um ritmo violento, um som estalado e úmido que preenchia o quarto. Chiara jogou a cabeça para trás, gritando alto, os gemidos saindo descontrolados e ecoando pelo ambiente silencioso da mansão.

CAPÍTULO 144 1

CAPÍTULO 144 2

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