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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 145

POV: Chiara

Massimo me fodia com uma brutalidade avassaladora, cada estocada sua ecoando como um trovão contra a estrutura da cama, me levando direto para o limite da minha sanidade. O impacto do seu corpo contra o meu criava um som úmido, ritmado e ensurdecedor. Eu já não tinha mais controle sobre os meus próprios sentidos; tudo o que eu conseguia fazer era me segurar nele e absorver aquela tempestade de prazer selvagem.

A urgência dentro de mim se acumulou em um nó apertado e ardente, prestes a explodir.

— Massimo... eu vou... eu vou gozar! — eu gritei por cima do som da nossa foda, a voz embargada e desesperada.

Apertei as minhas pernas ao redor do quadril dele com uma força surpreendente, prendendo-o contra mim, enquanto a minha boceta começava a contrair-se em espasmos violentos, rápidos e deliciosos ao redor do seu membro enorme. O teto do quarto pareceu girar.

Sentindo a ondulação do meu orgasmo me esmagar, Massimo perdeu o resto do juízo. Ele aumentou a velocidade das últimas estocadas, afundando em mim com uma violência cega e possessiva. No auge do seu próprio transe, a sua mão grande subiu até o meu pescoço, apertando-o levemente com uma firmeza que me fez arfar, enquanto ele desferia as últimas estocadas firmes, cravando-se até a raiz no fundo do meu útero. Em resposta àquela intensidade brutal, enfiei as minhas unhas compridas nas carnes da cintura dele com força, rasgando a sua pele.

Foi quando Massimo soltou um gemido rouco, grave, que vibrou direto no meu peito. Senti o membro dele pulsar forte dentro de mim e ele liberou toda a sua porra quente, em jatos volumosos, bem no fundo da minha boceta. O prazer foi tão devastador que o meu corpo inteiro amoleceu contra os lençóis.

— Ah! Caralho, de boceta gostosa... — ele exclamou com a voz esbaforida, o peito subindo e descendo de forma descompassada.

Devagar, ele retirou o seu pau de dentro de mim, e no mesmo instante a sua porra leitosa e quente começou a escorrer em fios fartos pela minha intimidade. Massimo, no entanto, não havia terminado a sua marcação. Com uma preguiça nua e provocante, ele começou a pincelar o seu pau na minha boceta, espalhando o próprio sêmen pelas minhas coxas e pelos meus grandes lábios, deixando a minha intimidade toda lambuzada e brilhante sob a luz fraca do abajur. Era o seu selo de posse.

Ele desabou ao meu lado na cama, puxando-me para o seu peito suado, e me deu um beijo demorado, profundo, que ainda guardava o gosto do nosso desejo. Quando nos afastamos, ele limpou uma mecha de cabelo do meu rosto, os olhos brilhando com uma satisfação primitiva.

— Você realmente foi feita para mim, Chiara — ele murmurou, a voz ainda rouca pela foda intensa que havíamos acabado de fazer. — Hoje, mais do que nunca, eu tive a certeza absoluta de que fiz a escolha certa ao te colocar como a minha mulher.

Sorri, aconchegando-me no calor do seu corpo. Ele acariciou o meu quadril por alguns segundos e, com uma nota de cuidado legítimo na voz, perguntou:

— Eu te machuquei em algum momento?

— Não, Massimo. Claro que não — respondi imediatamente, olhando bem no fundo dos seus olhos para que ele não tivesse dúvidas. — Eu adorei cada minuto. Eu amo a sua intensidade, amo o seu jeito na cama.

— Bom saber. Mas lembre-se: quando qualquer coisa te incomodar ou passar do limite, é para falar comigo na hora, e eu paro no mesmo segundo — ele alertou com seriedade.

Dei uma risadinha provocativa, arrastando os dedos pelo peito dele.

CAPÍTULO 145 1

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