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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 157

POV: MASSIMO

O som abafado das portas da mansão se fechando atrás de nós dois pareceu cortar o último cordão que nos ligava ao resto do mundo. A festa lá embaixo ainda fervia, o conselho da máfia ainda bebia o meu uísque e os convidados ainda celebravam a união dos Capone, mas para mim, tudo aquilo tinha deixado de existir no segundo em que os meus olhos cruzaram com os de Chiara no corredor. Caminhamos em direção ao nosso quarto principal em um silêncio carregado, uma urgência silenciosa que fazia o ar parecer denso, quase sólido. Quando finalmente passamos pelo batente e eu tranquei a porta, girando a chave na fechadura, o peso daquela noite desabou sobre nós.

Virei-me para encará-la. Sob a luz suave dos abajures que iluminavam o ambiente, Chiara parecia uma visão que beirava o sagrado, se não fosse o fogo explícito que queimava no fundo das suas pupilas. Aquele vestido sereia imaculado contornava cada curva do seu corpo com uma perfeição pecaminosa, e a tiara de brilhantes ainda reluzia nos seus cabelos escuros bagunçados de leve. Aproximei-me devagar, sentindo o meu sangue ferver nas veias, e segurei a sua cintura com as duas mãos, colando o seu corpo ao meu.

— Você está perfeita — sussurrei, a minha voz saindo mais grave e rouca do que o normal, ditada pelo desejo que eu já não fazia a menor questão de conter. — Finalmente estamos a sós, minha senhora Capone.

O som do novo sobrenome pareceu acender um estopim nela. Um sorriso lento e provocante surgiu nos seus lábios desenhados. Sem dizer uma única palavra, Chiara ergueu os braços com lentidão, passando as mãos pelo meu pescoço, arranhando de leve a minha nuca com as unhas antes de me puxar para um beijo.

Não foi um beijo de celebração, nem o toque contido que havíamos trocado no altar diante do padre e dos convidados. Foi um ataque faminto, uma colisão de línguas que misturava a nossa posse mútua. Apertei a sua cintura com mais força, cravando os meus dedos no tecido firme do vestido, enquanto ela gemia contra a minha boca, colando o peito contra o meu paletó.

Enquanto nos beijávamos com uma intensidade que ameaçava nos tirar o chão, senti os movimentos dela mudarem de direção. As mãos de Chiara desceram pelo meu peito com rapidez, traçando o caminho até o cós da minha calça. Com uma agilidade que me pegou de surpresa, os seus dedos ágeis abriram o zíper. Quando eu menos esperava, ela quebrou o beijo e deu um passo para trás. Vi Chiara se ajoelhar no chão do quarto, a cauda imensa e o véu do vestido de noiva se espalhando como uma nuvem branca ao redor das suas pernas.

Ela segurou a borda da minha cueca e puxou o meu pau para fora. O ar faltou nos meus pulmões no mesmo instante. Chiara inclinou a cabeça e, antes de qualquer coisa, deu alguns beijinhos úmidos no meu pau, sentindo-o endurecer instantaneamente sob o toque dos seus lábios. O contraste daquela boca quente contra a minha pele me fez fechar os olhos por um segundo. Então, ela começou a me provocar. Ela passou a ponta da língua pela extensão, rodeando a cabeça do meu membro, subindo e descendo quase sem encostar de verdade, apenas deixando o rastro do seu hálito quente contra a carne sensível.

A safada sabia exatamente o que estava fazendo. Cada movimento milimétrico era calculado para me levar ao limite. E a visão diante de mim era o cenário mais depravado e excitante que eu já tinha presenciado em toda a minha vida: ver Chiara vestida de noiva, com joias de diamantes da minha família nas orelhas, ajoelhada aos meus pés e pronta para que eu fodesse a sua boca. Aquela imagem me deixou excitado para caralho, queimando qualquer resquício de controle que eu tentava manter.

— Chupa, Chiara... por favor, me chupa — implorei, a minha voz saindo em um rosnado baixo, as minhas mãos indo direto para o topo da cabeça dela, os meus dedos se enrolando nos cabelos escuros.

Ela atendeu ao meu pedido com um sorriso malicioso antes de abrir a boca. Chiara começou a sugar apenas a cabecinha, mantendo a língua rodando firmemente ao redor do topo, aplicando uma pressão que me arrancou os primeiros gemidos altos e descontrolados. O eco do meu próprio prazer no quarto silencioso pareceu deixá-la ainda mais ousada. Foi quando senti ela começar a me chupar bem devagar, abrindo espaço na garganta. Ela desceu o meu pau inteiro para dentro da boca, engolindo a extensão em um movimento profundo e torturosamente lento, para logo depois subir da mesma forma. Aquela lentidão me fazia sentir cada ranhura da sua boca, cada toque da sua língua, deixando-me extremamente excitado.

— Chiara... porra — gemi o nome dela, jogando a cabeça para trás enquanto sentia o calor úmido me consumir por completo.

Percebendo o meu estado, ela foi aumentando a velocidade dos movimentos. O ritmo começou a ficar frenético, a boca subindo e descendo com força. Foi quando ela me fez perder completamente o ar; senti a combinação perfeita da sua boca apertada no topo enquanto uma de suas mãos ia para a base do meu pau, iniciando uma massagem firme junto com as mamadas. Abri os olhos, a respiração cortada, e olhei para baixo. Chiara estava de olho aberto, chupando-me com um olhar fixo, firme, desafiando a minha resistência com uma intensidade que quase me fazia virar os olhos.

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