A paciência que eu já não tinha sumiu por completo. Segurei o seu ombro e a virei de costas para mim. Afastei o cabelo dela para o lado, deixando o seu pescoço totalmente exposto, e comecei a distribuir beijos brutos ali, mordendo de leve a pele macia antes de descer os lábios pela parte nua das suas costas, onde o decote do vestido dava espaço para a pele quente. Sussurrei bem próximo à sua orelha, deixando o meu hálito quente aquecê-la:
— Ver você me chupar vestida de noiva... porra, foi muito excitante, para caralho. Você me deixou louco.
— Você gostou, Massimo? — ela perguntou, arqueando as costas para trás, colando a bunda contra a minha frente aberta.
— Sim, muito... Quero foder você vestida exatamente assim. Agora, sobe na cama e fica de quatro para mim.
Ela obedeceu imediatamente. Chiara subiu no colchão alto da nossa cama, movendo-se com uma certa dificuldade por conta da saia justa e pesada do vestido sereia e do tamanho do véu que se arrastava, mas ajeitou-se exatamente na posição que ordenei. Aproximei-me da beirada da cama com passos firmes. Segurei a barra da renda branca do vestido e a levantei com força até a altura da sua cintura, jogando o tecido para a frente.
Quando o pano subiu, eu tive uma visão absolutamente maravilhosa que me fez travar no lugar por alguns segundos. Chiara estava usando uma lingerie minúscula de renda vermelha vibrante, que contrastava absurdamente com a brancura do vestido de noiva. A peça vinha acompanhada de uma cinta-liga que prendia meias finas pelas suas coxas fartas, e nos pés ela ainda mantinha os saltos altos.
— Porra... que mulher perfeita que eu tenho — exclamei, a minha voz saindo densa, a minha mente obscurecida pelo cenário diante dos meus olhos.
Aproximei-me até colar a minha coxa na parte de trás das suas pernas. Com uma das mãos, afastei a tirinha fina da calcinha vermelha para o lado, deixando a sua intimidade completamente exposta. Usei os dedos das duas mãos para abrir bem as suas nádegas, expondo a fenda escura e úmida, o que me deu uma bela de uma visão do seu sexo.
— Gostosa... você já está completamente encharcada — comentei, vendo o brilho da umidade natural que decorava a sua pele.
Não consegui me conter. Inclinei o meu corpo sobre a cama e passei a minha língua diretamente na boceta dela, colhendo o seu gosto de uma vez só. Chiara soltou um gemido alto, o corpo inteiro dando um solavanco para a frente.
Com a minha língua passeando e massageando os lábios externos antes mesmo de focar no ponto principal, ela já começou a arquear as costas, jogando o quadril para cima e para os lados, sem saber para onde ir com tanto estímulo. Eu não dei trégua. Foquei a minha atenção direto no seu grelo, aplicando um ritmo firme, certeiro e sem parar com a ponta da língua. Chiara enterrou as unhas no colchão, agarrando o lençol de seda com tanta força que os seus nós dos dedos ficaram brancos.
Aumentei a intensidade e dei um chupão com pressão no centro da sua intimidade, mantendo a minha boca completamente selada contra ela enquanto a minha língua vibrava freneticamente contra o clitóris. Ela começou a gemer sem qualquer controle, os sons saindo desconexos e manhosos pela sua boca. Segurei firme as suas coxas com as duas mãos, cravando os meus dedos na pele acima da meia, mantendo as suas pernas bem abertas para que ela não pudesse fugir do meu contato.

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