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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 168

POV: MASSIMO

Ouvir Chiara dizer que queria cuidar de mim, depois do dia exaustivo de trabalho que eu tive na organização, foi o estopim para que qualquer resto de cansaço sumisse do meu corpo. Ela estava ali, deitada na nossa cama, vestida apenas com aquela camisola branca de renda transparente que não escondia absolutamente nada do seu corpo. Aquela visão só me deixou ainda mais animado, com o sangue fervendo nas veias. Fui descendo o meu olhar faminto pelos seus lábios desenhados antes de atacar a sua boca com um beijo urgente, faminto e cheio de uma necessidade que eu estava mais do que pronto para saciar. Nossas línguas se encontraram em um ritmo bruto, ditando como seria o resto da nossa noite.

Aos poucos, sem pressa, fui puxando o tecido fino da camisola pelas suas curvas, deslizando a renda pela sua pele macia até tirá-la por completo, deixando-a totalmente nua sobre os lençóis escuros. Que visão perfeita. As curvas de Chiara me deixavam completamente excitado, o meu pau latejando de forma dolorosa contra o tecido da minha calça social.

Levei as mãos ao pescoço, puxei a minha gravata escura com um movimento rápido e firme e a usei para prender as mãos dela acima da cabeça, amarrando-as na cabeceira. Eu queria tê-la entregue, imóvel sob o meu domínio. Comecei a depositar beijos pelo seu pescoço cheiroso, sentindo o pulsar acelerado da sua artéria. Desci um pouco mais, juntei os seus seios fartos com as minhas mãos e comecei a lamber e a mordiscar os bicos que já estavam rigidamente acesos pelo desejo. Eu mamava os seios dela com vontade, ouvindo os seus gemidos de prazer ecoarem pelo quarto estrategicamente isolado.

Fui descendo a minha boca pelo seu abdômen, beijando a pele quente da sua barriga até chegar ao meu ponto fraco absoluto: a boceta dela. Afastei um pouco mais as suas pernas, abrindo espaço, e passei dois dedos na fenda molhada, sentindo a textura escorregadia e o quanto ela já estava completamente encharcada por mim.

— Porra, você tá molhada... — sussurrei, genuinamente surpreso e excitado com a rapidez da sua reação ao meu toque.

Não perdi tempo. Desamarrei as mãos dela da cabeceira, virei o corpo de Chiara na cama e a coloquei de quatro, apoiada nos joelhos e nas mãos. Eu me ajoelhei logo atrás dela, ficando com o rosto exatamente na altura daquela bunda que eu tanto amo e que vigio obsessivamente todos os dias.

— Gostosa — disse com a voz rouca, afundando as minhas mãos na carne macia, apertando, massageando e abrindo as suas nádegas fartas. — Essa bunda me deixa louco todo santo dia. Você não faz a menor ideia do que eu penso em fazer com ela todas as vezes que você passa por mim na mansão, rebolando.

Chiara soltou um gemido sutil e um suspiro baixinho, mas não tentou se afastar. Em vez disso, numa clara provocação, ela empinou levemente o quadril contra as minhas mãos, pedindo por mais.

Sem dizer mais nada, afastei as nádegas dela com firmeza e aproximei a minha boca. Primeiro, lambi devagar a sua boceta inchada, um movimento longo de baixo para cima, saboreando o gosto doce, íntimo e quente dela. Chiara arqueou as costas instantaneamente e soltou um gemido mais longo e sôfrego quando a minha língua encontrou o seu grelo, circulando-o com uma pressão firme, sugando a carne sensível levemente.

— Massimo... ah... — murmurou ela, o corpo começando a tremer.

Eu a devorava com fome, enfiando a língua por entre os lábios molhados, fodendo-a com a boca enquanto uma das minhas mãos subia para apertar com força um dos seus seios fartos. Chiara rebolava o quadril contra o meu rosto, ficando cada vez mais molhada, enquanto eu desferia um tapa firme em sua bunda grande e gostosa, ouvindo o estalo ecoar. O mel da sua excitação escorria pelo meu queixo. Eu alternava entre chupar o clitóris e lamber toda a extensão daquela fenda, gemendo de puro prazer contra a carne dela.

Depois, subi a minha boca um pouco mais. Abri aquelas nádegas macias e firmes e passei a língua devagar pelo períneo até chegar ao seu cuzinho apertado e rosado. Chiara soltou um suspiro profundo, mas não protestou. Pelo contrário, empinou ainda mais a bunda contra o meu rosto. Desde a primeira vez que ela se entregou a mim e aprendeu os prazeres do sexo anal, nós não paramos mais; transformou-se no nosso vício particular.

Dei um beijo lento e profundo bem na entrada. Circulei o cuzinho dela com a ponta da minha língua, pressionando, lambendo em movimentos circulares, úmidos e lascivos. Depois, achatei a língua e lambi com força de baixo para cima, várias e várias vezes, saboreando aquele gosto proibido que me pertencia. Gemi alto contra a carne dela, completamente entregue ao momento, enquanto enfiava a ponta da língua para dentro do canal apertado, fodendo-o devagar com a boca. Uma das minhas mãos desceu por baixo e massageava o clitóris dela ao mesmo tempo, mantendo-a no limite do orgasmo.

Chiara tremia inteira, gemendo sem qualquer controle, com as pernas bambas enquanto a sua boceta apertava meus dedos.

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