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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 175

POV: Massimo

Voltando a erguer o meu corpo sob a água morna do chuveiro, selei os nossos lábios em um beijo profundamente apaixonado, faminto e urgente, alimentado pela saudade brutal daquelas duas semanas em que estive longe. Chiara correspondeu no mesmo segundo, entreabrindo a boca para deixar a minha língua entrar, segurando a minha nuca com uma necessidade que me enlouqueceu. Enquanto nossas bocas se travavam naquele ritmo quente, deslizei as minhas mãos grandes pelas curvas dela, subindo até alcançar os seus seios fartos. Pela gravidez de gêmeos, eles agora estavam ainda maiores, pesados e incrivelmente sensíveis. Apertei a carne macia com cuidado, mas com a firmeza de quem precisava daquele contato para acreditar que finalmente estava em casa, ouvindo-a soltar um gemido abafado contra a minha boca.

Fui descendo as minhas mãos lentamente pelo corpo dela, mapeando cada centímetro da sua pele escorregadia enquanto a água do chuveiro desenhava caminhos pelo seu colo, pelas costelas e pela curva acentuada da sua barriga de cinco meses. Chiara era a minha perdição, a única mulher capaz de me desarmar por completo apenas com um olhar, e tê-la ali, nua e entregue sob as minhas mãos, era tudo o que eu precisava para esquecer o sangue e os negócios da Itália. O beijo foi se tornando mais selvagem, nossas respirações misturando-se ao vapor do banheiro, até que ela se afastou minimamente, com os lábios vermelhos e as pupilas completamente dilatadas.

— Massimo... eu quero você dentro de mim. Agora — ela sussurrou, a voz saindo falhada, uma ordem disfarçada de súplica que destruiu o resto de autocontrole que eu ainda tentava manter.

Eu não esperei que ela pedisse duas vezes. Afastei-me o suficiente apenas para levar as mãos ao cós da minha calça social que já estava ensopada. Abri o zíper com pressa e tirei a calça junto com a cueca, jogando tudo no canto do banheiro e ficando completamente nu para ela. Meu pau já estava erguido, rígido e latejando de puro desejo, pronto para possuir a minha mulher.

Aproximei-me dela novamente, sentindo o calor da sua pele. Segurei-a delicadamente pelos ombros e a virei de costas para mim.

— Apoie as mãos na parede, bella — ordenei com a voz rouca, o tom de comando misturado à luxúria que ditava o nosso ritmo.

Chiara obedeceu imediatamente. Ela esticou os braços, espalmando as mãos contra o azulejo frio do banheiro, e inclinou o corpo levemente para trás, empinando o quadril de uma forma que me deixou completamente cego de tesão. Vendo aquela visão perfeita, eu me curvei, ficando de joelhos atrás dela sob a água que caía. Afastei levemente as suas pernas para ter total acesso à sua intimidade. Com a ponta dos dedos, abri as pétalas da sua boceta, que já estava naturalmente úmida e quente.

Sem pressa, aproximei o meu rosto e passei a minha língua por toda a extensão daquela fenda maravilhosa, subindo desde a entrada da sua boceta até a bordinha do seu cuzinho apertado. Chiara soltou um gemido alto, um som sôfrego que ecoou pelas paredes do banheiro, quando sentiu a minha língua trabalhar com força, chupando fundo o seu clitóris e explorando a sua intimidade com determinação. Continuei ali por alguns minutos, ouvindo o ritmo da sua respiração acelerar e sentindo o seu líquido sagrado banhar os meus lábios. Quando percebi, pelo mel natural que escorria pelos meus dedos, que ela já estava perfeitamente pronta e relaxada para me receber, eu me levantei.

Segurei firme no seu quadril arredondado, posicionei a cabeça do meu pau na entrada da sua boceta e, em um impulso lento e contínuo, a penetrei.

Fui entrando devagar, saboreando o aperto delicioso das paredes dela que pareciam me acolher como uma luva feita sob medida. Quando ela me sentiu praticamente todo dentro dela, afundado até a raiz do meu membro, Chiara jogou a cabeça para trás e disse, toda manhosa, com a voz mais doce e safada do mundo:

— Meu Deus, Massimo... eu estava sentindo tanta falta de me sentir preenchida por você assim... dói de tanta saudade.

Ouvir aquilo quase me fez perder a cabeça. Segurei o quadril dela com mais força, cravando os meus dedos na sua pele, e comecei a desferir estocadas lentas, porém profundas. Cada vez que eu ia até o fim, sentia o volume da sua barriga contra as minhas mãos, uma lembrança constante de que precisava ser o porto seguro dela ali. No entanto, o calor daquela foda estava alto demais. Chiara começou a se agitar, arranhando o azulejo da parede.

— Mais forte, Massimo... por favor. Me fode com força, eu aguento — ela implorou, jogando o quadril para trás, pedindo pela brutalidade que costumava ditar o nosso sexo antes da gravidez.

— Não, bella... não posso — respondi entre dentes, a respiração pesada batendo nas costas dela. — Não posso fazer isso por causa dos nossos filhos. Tenho que cuidar de vocês.

— Não tem problema, meu amor, eles estão bem... eu preciso disso — ela rebateu, manhosa e insistente.

Enquanto falava, Chiara começou a empurrar a bunda deliberadamente mais para trás a cada estocada minha, forçando o meu pau a entrar ainda mais fundo na sua boceta, buscando o meu limite. Eu fechava os olhos, travando o maxilar, tentando de todas as formas me controlar para não comer a boceta dela com a força e a violência que nós dois tanto gostávamos, mas o aperto dela estava insano, quente demais, me espremendo a cada movimento.

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