POV: Massimo
Quando a peguei no colo, o choque inicial dela me irritou.
— Massimo? O que... o que você está fazendo? Eu sou pesada — ela disse, com aquela insegurança que eu detestava ver nela.
— Chiara, não sei que tipo de homem você estava acostumada — respondi, minha voz saindo áspera enquanto a ajeitava com facilidade contra o meu peito —, mas nunca mais repita isso. Eu posso muito bem carregar a minha mulher no colo.
— S... sua? — ela gaguejou, os olhos arregalados.
— Sim, porra! Você é minha.
Eu a coloquei sobre a mesa de jantar e me posicionei entre suas pernas. Estávamos quadril com quadril, peito com peito, a respiração de um batendo no rosto do outro. Pressionei meu pau enorme contra ela novamente, sentindo a resistência do tecido. Chiara suspirou, quase engasgando, e deixou a cabeça cair para trás.
Meus músculos estavam tensos, minha respiração já não era mais controlada; estava rápida, irregular. As mãos dela estavam entre nós, as palmas pressionadas contra o meu peitoral. Eu sentia cada batida acelerada do seu coração.
— Deus, Chiara — gemi contra o seu ouvido, a voz tensa.
Senti ela apertar as pernas ao redor do meu quadril. Ela estava pronta, tão excitada que o cheiro dela estava me deixando louco.
— Se você soubesse as coisas que eu quero fazer com você agora, elas te assustariam mais do que quem eu sou.
Fechei os olhos e pressionei com mais firmeza meu comprimento contra ela. O gemido suave que ela soltou foi a minha pequena vitória. Chiara enrolou as unhas na minha camisa e sussurrou:
— Por que você não me mostra, Massimo?
Porra. Ela estava me provocando. Eu não sabia se ela tinha noção do perigo que era desafiar um homem como eu, mas o atrevimento dela me excitou além da conta. Soltei uma risada sombria, sentindo-a se balançar contra mim.


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