Cliquei com as mãos trêmulas. Era ele. Massimo deslizava as mãos pelo pau, tocando uma punheta ritmada. Primeiro, ele subia e descia devagar, como se estivesse se exibindo, garantindo que eu visse cada detalhe da pele esticada, das veias saltadas. Depois, o movimento ficou mais rápido, focado na glande, e o som de um gemido baixo e gutural preencheu o silêncio do quarto.
Minha respiração ficou curta. Notei um detalhe que não tinha visto com clareza antes.
"Massimo... você parece que é enorme e tem a porra de um piercing no seu pau?"
"Quando você me sentir de verdade, vai saber como é gostoso" — ele respondeu.
"Quero gozar com você, Massimo. Também estou me tocando daqui" — confessei, largando o celular de lado, mas com a tela virada para mim, para que eu pudesse continuar vendo a conversa e aquele vídeo em looping.
Esfreguei meus quadris com força contra a almofada e a toalha que agora estava embolada entre minhas pernas. Minha mente era um caos de imagens: o vídeo dele, a lembrança do seu toque, o som do seu gemido no meu ouvido. Eu imaginava minha boca nele, imaginava a sensação daquele piercing entrando em mim, o vai e vem das mãos dele se transformando no ritmo da minha própria boceta subindo e descendo no colo dele.
O prazer foi crescendo, uma onda de calor que começou no centro do meu corpo e se espalhou até a ponta dos dedos. Eu estava ofegante, suada, completamente entregue àquela fantasia tecnológica. Depois de alguns minutos de movimentos frenéticos, meu corpo retesou e eu gozei, soltando um gemido abafado contra o travesseiro.
Enquanto eu ainda tentava recuperar o fôlego, sentindo as pulsações do orgasmo diminuírem lentamente, outra foto chegou.
Era o pau dele, coberto pela própria porra, que escorria entre seus dedos. Foi o golpe de misericórdia. O êxtase que ainda corria pelo meu corpo pareceu ganhar uma sobrevida. Tive a certeza absoluta de que tínhamos chegado ao ápice exatamente ao mesmo tempo, mesmo a quilômetros de distância.
Antes que ele perguntasse qualquer coisa, decidi ser tão ousada quanto ele. Gravei um vídeo curto da minha vulva, ainda inchada e vermelha, pulsando pelo prazer recente. Usei os dedos para me abrir um pouco, mostrando como ele tinha me deixado molhada e pronta. Enviei sem pensar na vergonha.
A resposta veio em texto, carregada de uma luxúria bruta:
"Boceta gostosa do caralho! Ansioso para foder essa boceta e deixar ela vermelha e inchada de tanto meter nela."
"Não vejo a hora disso acontecer..." — respondi, sentindo o peso do sono e do relaxamento pós-orgasmo finalmente me atingir.
A excitação começou a dar lugar àquela pontinha de vergonha que sempre surge depois que o fogo baixa — o famoso "quem nunca?". Tentei mudar de assunto para aliviar o clima pesado de luxúria que ainda pairava no ar.
"Massimo, quando você volta?"

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