POV: Massimo
Quando Chiara sussurrou que precisava de mim, a última barreira de autocontrole que eu ainda tentava sustentar ruiu. Todo o estresse da queda do avião, a tensão de lidar com Moretti, a vigília no hospital e o peso da coroa da Tríade foram varridos por uma necessidade primitiva, animalesca, que se libertou dentro de mim como uma fera faminta. Eu não era mais o Don calculista naquele momento; eu era um homem faminto pela mulher que tinha se tornado a minha obsessão.
Ali, na minha cama, arqueando as costas e tremendo diante do meu olhar, o som da sua respiração forte e rápida era o combustível que eu precisava. Dei um passo à frente, jogando meu casaco no chão com desdém. Saquei a arma do coldre e a coloquei na gaveta do criado-mudo com um clique seco, fechando-a em seguida. Tirei a camisa e a joguei em qualquer canto, ficando apenas de calça.
Subi na cama, rastejando sobre ela. Chiara fez um movimento instintivo para parar, talvez assustada com a intensidade sombria que eu emanava. Um sorriso predatório se espalhou pelos meus lábios enquanto eu balançava a cabeça lentamente.
— Oh, não, Chiara. Continue — ordenei, avançando como o predador que eu era. — Você queria isso, disse que precisava de mim. Agora você vai aceitar sua decisão e as consequências dela.
Mesmo na penumbra do quarto, a luxúria nos olhos dela brilhou ainda mais forte com as minhas palavras. Continuei avançando até que ela estivesse com as costas pressionadas contra o colchão, encurralada pela minha presença. Eu sorri como o animal selvagem que me sentia agora. Eu sabia que era grande, largo e intimidador para ela, e eu amava o modo como ela tremia sob o meu peso.
Ela inclinou a cabeça para trás, tentando focar no meu rosto. Eu sabia que Chiara merecia toques lentos, persuasões doces e românticas. Qualquer outra mulher teria isso. Mas ela não teria nada disso esta noite. Eu não tinha paciência para ser um cavalheiro. Eu queria foder Chiara até que ela esquecesse o próprio nome, e era exatamente isso que eu ia fazer.
A lembrança de que ela não era mais virgem fez meu pau estremecer dentro da calça, engrossando ainda mais. Saber que eu não precisava de gentileza extrema me dava a liberdade de possuí-la com toda a força que meu corpo exigia, especialmente nesta primeira vez.

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