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Proibida de Amar Meu Marido romance Capítulo 349

Dessa vez, Helena o recebeu sem hesitar, envolvendo seu pescoço com os braços. Eduardo deslizou as mãos até sua cintura e a trouxe para mais perto, e ela sentiu a tensão que o consumia ceder, pouco a pouco, ao desejo.

Quando os dedos dele tocaram a delicada renda de sua camisola, Helena prendeu a respiração.

— Helena… — Murmurou ele entre beijos.

— Não pare agora — sussurrou. O coração descompassado.

Ele voltou a beijá-la. Entre carícias e beijos demorados, a camisola acabou esquecida sobre o chão, e Helena sentiu o calor do corpo dele envolvê-la quando Eduardo a conduziu até a cama.

Ele a colocou sobre a cama e logo depois o corpo dele pressionou o dela contra o colchão, Eduardo prendeu os pulsos dela sobre a cabeça.

Se afastou um pouco para observá-la.

— Você é linda — murmurou.

Os olhos dele percorrem seu corpo como se fosse devorá-lo, seu olhar ficou mais intenso, como faísca de fogo e então ela entendeu que ele a queria e nada o faria parar.

Helena respirava com dificuldade, mas não sentiu medo, ela via naqueles olhos inflamados anos de desejo reprimido e ela não escondeu que também o desejava.

Eduardo voltou a beijá-la, foi um beijo urgente, exigente, quase sufocante. Helena sentiu as mãos dele percorrendo seu corpo como lava quente por onde passava e ela correspondeu, correspondeu com ardor, os meses e anos sonhando com o momento de ser dele.

As mãos e a boca dele exploravam cada centímetro de seu corpo, Helena correspondeu, arqueava a cada toque, sensações indescritíveis e gemidos saíam de sua boca.

Eduardo percebendo que ela correspondia com ardor, se tornou mais carinhoso, as mãos antes quase dolorosas se tornaram suaves, os lábios passaram a passear pelo corpo de Helena fazendo-a soltar suspiros involuntários o que intensificou o desejo de Eduardo.

Então ele a tomou para si antes que ela pudesse dizer que era sua primeira vez, e um pequeno grito de dor saiu de sua garganta. Só então Eduardo percebeu surpreso.

Helena abriu os olhos e encontrou aqueles olhos negros cheios de surpresa e um sorriso de compreensão surgiu nos lábios dele.

— Helena. — Murmurou

O rosto dele se suavizou. Sem fazer perguntas ele continuou com mais cuidado, mas assim que ela começou a relaxar e corresponder ele aumentou o ritmo.

Eduardo foi terno e incrivelmente paciente com Helena, ela sentia que ele segurava seu ímpeto e a levou a sentir sensações que nunca imaginou.

Nenhum dos dois ousaram dizer nada, era como se falassem algo, iria romper o momento. Eduardo a ensinou a lhe dar prazer e os dois chegaram ao auge ao mesmo tempo.

Helena estava exausta e dolorida, mas era uma dor entre prazer e felicidade.

Naquela mesma noite eles se uniram mais vez até ficarem exaustos novamente. Helena adormeceu nos braços dele e, por algumas horas… acreditou.

*****

Na manhã seguinte, Helena despertou primeiro. Permaneceu quieta, observando o marido dormir tranquilamente ao seu lado.

À luz suave que atravessava as cortinas, o belo rosto de Eduardo parecia menos severo. Ela admirou os traços fortes, o queixo quadrado, as sobrancelhas espessas e os cabelos negros desalinhados.

Sem perceber, sorriu. Acreditou que talvez, finalmente, eles pudessem ser mais do que um contrato, mais do que aparências.

Helena sorriu, emocionada. Nunca tinha sido tão feliz, talvez… talvez agora tudo pudesse ser diferente.

Com cuidado, estendeu a mão e afastou uma mecha de cabelo que caía sobre a testa dele. Eduardo se mexeu levemente, mas continuou dormindo.

Helena recolheu a mão, contendo uma risada discreta. Talvez agora tudo pudesse ser diferente.

Voltou a se acomodar no travesseiro, sem conseguir deixar de admirá-lo. Havia tantas coisas que gostaria de lhe dizer, tantas perguntas que desejava fazer, mas, pela primeira vez em muito tempo, não sentia urgência em obter respostas.

Queria apenas acreditar que aquela noite havia significado algo para ele também.

Eduardo começou a se mexer.

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