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Segredos De Uma Noite Meu Marido Por Contrato (Olivia) romance Capítulo 434

Se afastou. Indo em direção ao quarto. Mas ainda olhou pra ela uma última vez antes de desaparecer. Minutos depois… Alex voltou. Mais relaxado. Mas ainda carregando aquela tensão silenciosa no olhar. Parou. No mesmo instante.

Ísis estava sentada à mesa. O roupão havia ficado para trás. O corpo posicionado com segurança… beleza… confiança. As pernas cruzadas sobre a cadeira, o olhar fixo nele. Esperando. O ar mudou. De novo.

Alex não disse nada por um segundo. Apenas a observou. Como se estivesse absorvendo cada detalhe. Os olhos percorrendo devagar… sem disfarçar. A língua passou de leve pelos lábios. Lentamente… um sorriso surgiu no canto dos lábios. Ele soltou um riso baixo, balançando a cabeça de leve, ainda olhando.

— Porr@… — murmurou, a voz baixa, carregada de intenção — desse jeito você quer me matar antes mesmo do jantar.

Deu um passo à frente, passando a mão pelos cabelos ainda úmidos. O olhar voltou pra ela… mais escuro.

— Eu saio cinco minutos… — continuou, com um meio sorriso torto — e você resolve virar a própria tentação na minha frente.

Outro passo. Mais perto. A mão dele apoiou de leve na mesa, inclinando o corpo na direção dela.

— Eu vou adorar começar pela sobremesa primeiro… — disse, a voz mais baixa, quase um sussurro, os olhos descendo pelo corpo dela antes de voltar pro rosto.

O canto da boca dele se curvou, seguro, aproximando mais o rosto.

— Acho que você vai se arrepender de ter me tirado do trabalho… — completou, com aquele tom provocador, cheio de promessa.

Ísis inclinou levemente a cabeça. Desafiadora. Sustentando o olhar.

— É mesmo? — disse, com um sorriso de canto — eu duvido.

Alex soltou um riso baixo, passando a língua de leve pelos lábios enquanto a observava.

— Duvida? — repetiu, inclinando o rosto de leve, a voz mais baixa — então pronto…

O sorriso veio torto… cheio de intenção.

— Você acabou de decretar a sua sentença.

Os olhos desceram lentamente pelo corpo dela… demorados… antes de voltarem para os dela.

— E eu sou um advogado muito competente… — continuou, a voz rouca, provocante — quando eu pego um caso… eu vou até o fim.

Aproximou mais o rosto, quase tocando.

— E esse aqui… — murmurou, com um leve sorriso — eu já sei exatamente como ganhar.

O carro mal encostou na entrada do hospital e Olívia já abriu a porta, saindo antes mesmo que o segurança pudesse se aproximar. Os passos eram rápidos. Descompassados. O celular ainda na mão.

Ela tentou ligar para Alex mais uma vez enquanto atravessava a entrada… levou o aparelho ao ouvido… esperando… Mas a resposta veio fria.

O celular está desligado ou fora da área de cobertura.

Olívia fechou os olhos por um segundo, apertando o celular com mais força.

— Não… Alex… não agora… — murmurou, mais para si mesma, tentando de novo.

Nada. Desligado. Aquilo só aumentou a sensação de desamparo. Guardou o aparelho sem pensar duas vezes. Ela estava sozinha. Assim que entrou, o ar gelado do hospital a atingiu. Luzes brancas, movimento, vozes… mas nada parecia real.

— Victor Bitencourt… — disse ao chegar na recepção, a voz mais baixa do que queria — ele deu entrada aqui… sou a irmã dele, Olívia Holt.

A atendente digitou rápido.O olhar mudou.

— Um momento, senhora… vou chamar o médico responsável.

Olívia assentiu. Mas não conseguiu ficar parada. Deu dois passos para trás… depois voltou… os olhos correndo pelo ambiente sem realmente ver nada. O coração batia alto demais. Segundos. Longos demais. Até que—

— Senhora Olívia?

Ela virou o rosto na hora. O médico se aproximava, expressão séria… controlada. E aquilo… já dizia tudo.

— Como ele está? — perguntou direto, sem conseguir esperar.

O médico respirou fundo.

— Seu irmão deu entrada com múltiplas lesões… — começou, com cautela — principalmente um traumatismo craniano sério.

O chão pareceu ceder sob os pés dela.

— Ele sofreu uma agressão severa… com impacto significativo na cabeça.

Olívia piscou devagar. Tentando acompanhar.

— Existe risco de inchaço cerebral… — continuou o médico — por isso, optamos por colocá-lo em coma induzido.

O mundo parou.

— Coma…? — a voz falhou.

— É uma medida de proteção. Para preservar as funções neurológicas enquanto o organismo responde.

O ar faltou.

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