RUBI MONTENEGRO
O roçar grosso e quente de Ares contra a minha entrada encharcada, detonou qualquer restrição, timidez ou tentativa de manter a compostura.
Eu queria que ele me tomasse com força e acabasse com aquele vazio.
— Ares... porra, entra logo! — Exigi, com a minha voz saindo rasgada, abandonando qualquer pudor. Empinei a minha bunda para trás com mais força, esfregando-me de propósito na ponta do membro dele.
As mãos de Ares agarraram meus quadris com uma força que com certeza deixaria as marcas dos seus dedos. E ele empurrou.
— Aaaah! — Gritei quando ele afundou em mim até a base em uma única estocada.
A pressão estava me partindo ao meio com a sensação de completude.
Ares puxou o quadril para trás e invadiu de novo, e de novo, em um ritmo impiedoso.
— Que delícia... você é tão apertada, amor. Não faz ideia de como é prazeroso entrar em você assim.
A cada impacto violento, o meu corpo era empurrado sobre a mesa, e eu cravei as unhas na madeira das bordas para não deslizar demais. A fricção era alucinante. O ângulo em que ele me tomava por trás atingia um lugar tão fundo que a minha visão piscava em tons de branco.
Deixei os gemidos saírem rasgados e incontroláveis da minha garganta.
— Isso! Mais forte, Ares! — eu gritava, exigindo mais daquela força bruta maravilhosa. Eu rebolava contra as estocadas dele, indo de encontro ao seu corpo para que ele entrasse ainda mais.
— Você quer mais força, diabinha? — ele sussurrou no meu ouvido, o tom de voz sombrio e completamente excitado pela minha falta de vergonha.
Ares soltou um dos meus quadris, passando o braço por baixo da minha barriga, e me puxou com força contra o próprio corpo, intensificando o atrito a um nível insuportável enquanto a outra mão esmagava a minha nádega.
— Sim! Por favor! — ofeguei, sentindo meus seios balançarem livremente.
O latejar na minha pélvis se intensificou. Eu não conseguia pensar. Apenas a sensação do pau grosso dele me preenchendo com tanta fome e brutalidade dominava o meu ser. O ritmo dele acelerou ainda mais, estocadas curtas e enlouquecedoras, me levando ao ápice rapidamente.
O meu interior se contraiu de forma espasmódica, apertando e ordenhando o membro dele com uma força involuntária.
Sabendo que estávamos sem proteção nenhuma, ele puxou o quadril para trás no último segundo, escapando do meu aperto molhado. Senti o jato quente e espesso do seu gozo atingir minha bunda e escorrer pela minha coxa. Ele arfou pesadamente, apoiando as mãos na beirada da mesa de sinuca.
Me apoiei nos cotovelos, respirei ofegante, com o peito subindo e descendo freneticamente.
Ares recuperou o fôlego primeiro. Ele passou a mão pelos meus cabelos grudados de suor e depositou um beijo suave e demorado no meu ombro.
— Isso porque o par de peitos eram seus... — Bufou, enquanto entrava no quarto. — Fica aqui enquanto encho a banheira. — Ordenou, pousando-me na pia e entrou no box.
Encarei meus seios sem entender o que eles tinham de tão especial.
Ares voltou depois de abrir a torneira e apoiou as mãos na bancada ao meu redor, me encarando com um sorriso.
— O que foi?
— Nada. Estou sorrindo porque você é bonita demais.
Minha bochechas arderam rapidamente e mostrei o abri os lábios no mesmo sorriso idiota que ele.
— Não diga bobagens, ou posso usar essas belezinhas para pegar a outra metade da sua fortuna. — Brinquei, segurando meus seios. Ares cobriu minhas mãos com as suas e roubou um selinho.
— Tenho que admitir que você provavelmente conseguiria. Você está certa... acho que não sou mais tão esperto, talvez te amar me torne bobo.
Meus olhos arregalados buscaram os dele imediatamente.
— O que você disse?

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA!