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Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA! romance Capítulo 65

ARES BECKETT

A mulher engoliu em seco, olhando aterrorizada para o meu rosto e depois para Rubi, que nos encarava.

— Fale! — rosnei, perdendo o resto da paciência.

— E-eu... eu sentei na cadeira dela — gaguejou, com a voz esganiçada. — Ele disse que era casado, mas eu insisti. Eu coloquei a mão na perna dele para provocar, e ele... ele quase quebrou os meus dedos mandando eu me afastar. Eu juro! Foi exatamente isso!

Olhei para Rubi, esperando ver a culpa lavar aquele rosto lindo.

— Suma da minha frente — falei para a francesa. — E se chegar a menos de dez metros de nós novamente, vou garantir que sinta falta do seu privilégio de andar.

A mulher não esperou um segundo aviso. Saiu correndo como se o próprio diabo a perseguisse.

Virei para a minha esposa e ergui uma sobrancelha, aguardando o meu merecido pedido de desculpas.

Rubi piscou algumas vezes. Ela olhou para o copo em sua mão, depois para mim, e deu de ombros com tranquilidade.

— É... talvez eu tenha te julgado mal. Dessa vez. — E foi isso. Ela virou o restinho da bebida goela abaixo, fez uma careta e bateu o copo no balcão. — O desfile da Beckett já vai começar. Vamos terminar de assistir.

Fiquei com cara de idiota enquanto ela me dava as costas e caminhava de volta para o salão. Talvez eu tenha te julgado mal? Dessa vez? Ao menos isso significava que estava tudo bem entre nós, certo? Parei de pensar e fui atrás dela.

Sentamos nas nossas cadeiras VIP e assistimos ao desfile da minha marca. A coleção estava perfeita, mas minha atenção se dividia entre as modelos na passarela e a mulher ao meu lado, que estava muito silenciosa.

Quando o desfile terminou, o salão explodiu em aplausos. Sendo o dono da marca que fechou a noite, fui imediatamente cercado por investidores, jornalistas e parceiros bajuladores querendo tirar fotos.

— Vou pegar uma bebida — Rubi sussurrou, aproveitando a confusão para escapar de fininho.

Tentei segurá-la, mas um empresário francês me puxou para um abraço e começou a tagarelar. Foram os vinte minutos mais longos da minha vida. Eu sorria e apertava mãos no piloto automático, enquanto meus olhos caçavam Rubi pela multidão, mas ela havia sumido.

Assim que consegui me livrar do último bajulador, marchei direto para o bar do evento.

65 - A Confissão e a Bebedeira 1

65 - A Confissão e a Bebedeira 2

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