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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 192

— Você está louco, Enzo? Eu não tenho nada com Michael.

— Eu vi a forma como o olhou no consultório. E doeu na minha alma. Você sabe que eu sou ciumento.

— Olhei para ele com carinho. Michael faz parte do meu passado. Ele sempre foi meu melhor amigo.

A essas alturas meu pau já estava mole. O garoto zumbi destruiu o melhor boquete da minha vida.

Maria Fernanda apoiou as mãos no colchão, deixando o rosto próximo do meu. Senti seus seios roçarem no meu pau e ele começou a ficar ereto novamente.

Eu não acreditei nela quando disse que não me dopou e que não fez nada contra Davi. Talvez fosse hora de confiar em Maçãzinha.

A puxei para mim e lambi seus lábios. Depois suguei o inferior e ela gemeu.

— Pedido aceito. — falei entre seus lábios.

Maria Fernanda vibrou e deu uma mordida no meu ombro, fazendo-me gemer. Doeu. Mas vindo dela, me excitava.

Quando ela voltava a posição inicial, fazendo menção de chupar o meu pau eu disse:

— Também tenho uma condição para deixar o garoto zumbi terminar a residência.

— Qual é?

— Ele precisa apagar a tatuagem do dedo.

— A... tatuagem de coração?

— Sim. Ele precisa cortar a ligação eterna que tem com você.

— É só a porra de um desenho, Enzo. Atualmente nem tem mais valor emocional.

— Se não tem valor emocional, mande-o apagar a porra da tatuagem.

— Eu mando apagar. Mas por favor, deixe eu terminar o que comecei aqui embaixo.

Senti meus músculos tensos. E o medo e a insegurança tomarem conta de mim. A chance de ela usar o telefone para ligar para o garoto zumbi eram grandes.

Mas... eu teria realizado o desejo de gozar na boca dela. E tido os melhores meses da minha vida ao seu lado. Sem contar que a acharia em qualquer lugar do mundo. Maçãzinha jamais poderia fugir de mim. E eu mataria o garoto zumbi.

Ela voltou a fazer o boquete. E tentei me concentrar no momento. Fechei os olhos e gemi. Cada toque da língua dela fazia meu pau queimar de tesão.

Não aguentei mais. E gozei em sua boca. Maçãzinha acolheu todo meu sêmen com a língua. Depois me mostrou o líquido levemente esbranquiçado tomando sua boca. E engoliu. Eu arriscava dizer que foi a coisa mais interessante que já vi na vida.

A puxei para mim e num gesto rápido girei seu corpo, ficando por cima. A barriga dela fazia com que mantivéssemos uma certa distância de corpos. Mas eu não me importava. Era o nosso bebê que estava ali.

Levantei seus braços e imobilizei-a na cama. E meus lábios repousaram sobre os dela, sentindo meu próprio gosto, implorando pela língua de Maçãzinha como se precisasse daquilo para viver. O beijo foi profundo, quase violento. Parei quando senti o gosto de sangue.

Levantei o rosto e a encarei:

— Se eu te perguntar uma coisa, você seria sincera comigo?

Ela sorriu:

— De que adianta, se você não acredita na minha sinceridade?

— Agora eu acredito.

— Aayush me contou.

Respirei fundo:

— Aayush intervindo nas nossas vidas, como sempre.

— Você pode... dizer para mim, sem os números? — pediu.

Peguei seu queixo entre meus dedos e a fiz me encarar:

— Eu te amo para sempre, Maria Fernanda Asheton.

Uma lágrima escorreu do canto do seu olho direito, indo parar no meu peito.

— Me perdoa. Eu juro que nunca mais te farei sofrer.

— Por que Enzo? Por que você mudou de ideia sobre mim?

Conforme a médica, o Zolpidem tinha um efeito rápido no organismo. Mas em poucas horas o efeito acabava. Maçãzinha estava consciente agora. E certamente voltaria a ser mais ativa.

Contar para ela sobre o que houve poderia acabar com meus planos. Maçãzinha quereria fazer justiça com as próprias mãos. Mas Shirley era minha. Eu a botei na minha casa. Eu deixei que ela maltratasse a minha mulher. E eu a faria pagar pelo que fez.

Depois que Shirley sumisse do mundo, eu contaria a verdade sobre o Zolpidem que lhe foi dado sem consentimento. E a partir de agora teria um controle rígido com as médicas. Certamente o medicamento não foi administrado uma só vez, já que o sono de minha esposa era constante.

— Eu não mudei de ideia, Maçãzinha. Eu te disse que não importava o que você tivesse feito, ainda assim eu não a deixaria ir. Só faltou a parte que nunca, em hipótese alguma, deixarei de te amar.

Por hora aquilo era o que ela precisava saber.

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