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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 83

POV Enzo

Assim que despertei, senti o peso sobre o meu braço. Não havia espaço sequer para eu me movimentar. Foi então que a vi. E percebi que a noite passada não tinha sido um sonho.

A observei ali, deitada no meu braço, os cabelos escuros contrastando com a minha pele. Caralho, como ela era linda! E daquele jeito, tranquila, os cílios longos emoldurando seus olhos fechados, os lábios finos... parecia uma pintura.

Os raios de sol da manhã iluminavam seu rosto. E eu, que nunca tinha acordado ao lado de uma mulher, percebi que era a melhor sensação do mundo. Mas não era porque era “uma” mulher. Eu sabia que o que sentia dentro de mim era porque a mulher era ela.

Preferi não acordá-la. Até porque, eu não sabia o que dizer depois de tudo que aconteceu entre nós há algumas horas. Observei o roxo do chupão que dei em seu pescoço e me perguntei como ela esconderia. E “se” esconderia. Eu não me importava que Maçãzinha andasse exibindo minhas marcas pela casa.

A afastei cuidadosamente para não despertá-la. Era seis horas. Certamente em breve ela acordaria, já que precisava estar com Davi às sete.

Pus minha roupa e a observei alguns segundos a mais antes de abrir a porta e sair. Foi quando me deparei com três dos meus funcionários conversando no corredor.

Os três arregalaram os olhos, estarrecidos. Mal sabiam que eu também estava estarrecido por ter passado a noite naquele cubículo, fodendo a babá do meu filho.

— Eu estava... me certificando de que a senhorita Lorenz não irá perder o horário hoje. — falei, tentando inventar uma desculpa convincente, sabendo que era bem difícil convencer alguém.

Eles não disseram nada. Um se atreveu a falar:

— Bom dia, senhor Asheton.

Andei alguns passos e parei. Virei na direção deles:

— Eu... não passei a noite no quarto... com ela.

— Jamais passou pela minha cabeça que tivesse feito isso, senhor. — um deles disse.

Virei-me e voltei a seguir meu caminho. Eu pouco me importava com o que pensassem. A casa era minha. A mulher era minha. Tudo era meu.

Quando cheguei no escritório, sentei-me na cadeira confortável da minha mesa de trabalho e fechei os olhos. A sensação que eu tinha era de que passei a noite em claro. E realmente havia sido poucas horas de sono. Maçãzinha era insaciável. E eu? Bem, eu poderia fodê-la por dias e noites sem cansar, sem negar fogo, sem comer nem dormir. Para ficar vivo, bastava estar dentro dela.

Ao ouvir o barulho da porta, abri os olhos, assustado. Acho que cochilei ali.

— Bom dia, senhor. Acordou cedo hoje. — observou Aayush.

Eu tinha dúvidas se realmente já tinha acordado.

Relembrei a noite em poucos minutos. E parei na parte que saí do quarto dela, onde os três homens conversavam.

— Achei que havia separação entre homens e mulheres na ala dos empregados, Aayush. — o encarei.

— Não, não tem. Mas isso nunca foi um problema, senhor. São raros os funcionários que dormem aqui.

— E... mesmo os que não dormem na casa, tem acesso à ala dos empregados que moram aqui?

— Sim. Alguns... tem vínculos, inclusive.

Engoli em seco.

— Quero Maçãzinha fora da ala dos empregados.

Aayush arqueou uma sobrancelha:

— Para onde... devo enviá-la, senhor?

— Quarto de hóspedes. Próximo do meu.

Meu assistente ficou em silêncio, me olhando por um tempo que pareceu uma eternidade.

— Fale alguma coisa, Aayush. Eu odeio o seu silêncio.

— Sua ordem será cumprida, senhor.

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