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A Babá "Feia" e o CEO romance Capítulo 102

Abri a porta da cabine com tudo, desesperado pra estar dentro dela.

Guiei Bela até que ficássemos colados um no outro, ela contra a parede. Fechei a porta da cabine com o pé, arfando enquanto beijava ela na boca.

Em questão de segundos, Bela tinha erguido a saia, e eu desci a calcinha dela com uma mão só, deixando pendurada no tornozelo dela. Minha mão encontrou a entrada tão molhada que minha vontade era me enfiar nela logo, de uma vez só. Sem preliminar, só apagar a vontade que eu tava de me enterrar nela até as bolas.

Com a ajuda das mãozinhas trêmulas de Isabela, abri o fecho do cinto e, logo em seguida, desci o zíper. Abaixei o elástico da cueca o suficiente pra libertar meu pau. Bela arregalou os olhos, mordeu o canto da boca e olhou pro meu pau com um desejo que me deixou maluco. Ela segurou com força, passou a ponta nos próprios lábios, depois lambeu da glande até a base.

Puta merda.

A maciez da boca, o calor da língua dela já eram suficientes pra me fazer gozar ali mesmo. Passou pela minha cabeça gozar na boca dela, esperar que ela engolisse até a última gota, mas eu queria mais. Queria gozar dentro e que ela gozasse no meu pau.

— Não vou aguentar muito tempo — sussurrei com a voz rouca, minhas mãos na nuca dela, aprofundando o contato. — Quero te comer.

Antes de soltar o meu pau, Bela enfiou inteiro na boca até onde coube, forçando a garganta até os olhos se encherem de lágrimas. Senti as bolas contraírem e quase perdi tudo ali mesmo. Controlei a profundidade com as mãos na nuca dela e, com cuidado, tirei meu pau de dentro do calor dos lábios dela.

Segurei na cintura da Bela, e com a outra mão, esfreguei a umidade da entrada da buceta com os dedos pra espalhar melhor e enfiei o pau inteiro, de uma vez só.

O barulho de pele batendo ecoou no banheiro. Ela gritou, mas tapei a boca dela com um beijo, sentindo ela gemer contra a minha pele.

Minhas estocadas eram cada vez mais arritmadas, entrando até o fundo e saindo até a glande massagear o clitóris dela, raspando e me demorando na entrada, fazendo Bela ver estrelas.

Bela cravou os dedos no meu ombro e puxou, como se quisesse se esmagar contra mim, enquanto erguia o máximo que conseguia uma perna, e a outra ficava apoiada no vaso.

Fui aumentando a velocidade dos movimentos, a força com que me fundia dentro dela. Tinha uma pressa, uma urgência, que eu nunca tinha sentido antes em mulher nenhuma. Ela não fingia, só rebolava, gemia e deixava claro que não tinha mais nada no mundo que ela quisesse mais do que ser fodida por mim naquele banheiro.

Abaixei o tronco, enfiei a mão entre as coxas dela e procurei o clitóris. Ela gemeu mais alto, nem aí se alguém do lado de fora escutava. Eu perdi qualquer medo de ser flagrado. Meu pau latejava, e cada estocada me deixava mais perto do limite. Mas eu queria ver ela gozar primeiro.

Ela se apoiou na parede, um pé em cima do vaso, a outra perna esticada, me prendendo entre os joelhos. Fiquei ali, socando, sentindo ela apertar meu pau por dentro, cada contração mais forte. Sabia que ela ia gozar, então meti mais rápido e, dessa vez, senti o corpo dela se relaxar contra o meu enquanto grunhia um “puta que pariu” e tremia inteira, jogando a cabeça pra trás.

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