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A Babá "Feia" e o CEO romance Capítulo 104

Não achei que fosse humanamente possível gozar de novo em tão pouco tempo, mas eu estava errada.

Vinícius me deixou de quatro no box, e agradeci ao universo pelo barulho do chuveiro e as paredes grossas que escolhi acreditar ser à prova de ruído, porque, caso contrário, a Inês teria batido na porta pra saber o que tava acontecendo, de tanto barulho que eu fazia.

O pau dele me preenchia perfeitamente, parecia ter sido feito sob medida pra mim, e meu corpo pedia por mais, como se tivesse viciado no dele.

Eu empinava a bunda e abria as pernas, enquanto apoiava as mãos na parede, e ele metia fundo, desesperado, perdendo o controle dentro de mim.

A água quente escorrendo pelo meu corpo, o pau grosso entrando e saindo por inteiro, enquanto ele me estimulava no meu ponto mais sensível, era uma junção de sensações quase impossíveis de aguentar.

Eu gemia sem pudor. Com ele, tinha aprendido a me deixar ser adorada e a demonstrar o que me fazia gozar mais rápido.

— Enfia até o fundo, fode essa buceta — exigi entre gemidos.

Vinícius ficou alguns segundos parado, e tive medo de que tivesse sido atrevida demais nas palavras, mas, em seguida, ele me obedeceu e sussurrou:

— Caralho, Bela, assim você me faz gozar antes da hora.

A cada estocada, ele apertava mais os dedos na minha cintura, e, às vezes, puxava meu cabelo, me obrigando a olhar pra ele no reflexo do vidro.

Parecíamos dois animais, dominados pelo desejo. O olhar escuro dele me dava um recado claro de que eu era dele e ele era meu. Mordi os lábios quando ele se enfiou em mim até o fundo e ficou ali enterrado por um tempo, rebolando em movimentos circulares, abrindo a minha bunda até eu sentir quase rasgar a minha entrada.

Quando gozei, minhas pernas tremeram tanto que quase não consegui ficar em pé. Vinícius segurou meu corpo e continuou metendo, batendo o quadril na minha bunda sem parar, até gozar dentro, e o líquido quente escorrer pelas minhas pernas.

Ficamos assim, colados, respirando pesado, ainda com a água escorrendo, até ele sair devagar de dentro de mim e me virar de frente.

Ele encostou minhas costas no azulejo, olhou bem nos meus olhos. Parecia que queria confessar alguma coisa, mas só me beijou, mordendo minha boca de um jeito provocante, tão gostoso que, se não fosse o cansaço, juro que teria pedido mais uma rodada.

Quando a gente finalmente saiu do banho, Vinícius pegou uma toalha e me secou devagar, depositando um beijo delicado em cada parte do meu corpo.

Não falamos nada, apenas compartilhamos aquele momento de intimidade: ele passando a toalha pela minha pele… deixei, porque era gostoso ser cuidada daquele jeito.

Quando me vesti, ele sorriu pra mim, tirou o excesso de água do próprio cabelo e se enrolou na toalha. Só então me puxou pra cama, se jogando em cima de mim e beijando meu pescoço com uma paixão que me fez rir. Devia ser proibido um homem tão lindo provocar tanto uma feia com tesão.

Depois de alguns instantes de beijos e carícias preguiçosas, porque nós dois estávamos esgotados demais pra continuar, ficamos deitados na minha cama.

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