Entrar Via

A Babá "Feia" e o CEO romance Capítulo 113

Bela demorou um pouco pra responder. Parecia confusa no começo, sem saber do que eu estava falando. Quando a expressão dela mudou e o rosto ficou mais corado, soube que tinha entendido exatamente o que eu tinha dito.

— Vinícius, como eu posso gostar dele? Eu mal conheço o cara.

Me aproximei dela até ficarmos a centímetros de distância. Consegui sentir o calor da respiração dela, nossos olhos travados.

— Não mente pra mim, Bela. Eu vi vocês dois, o jeito que vocês interagem, o jeito que você fica toda feliz perto dele, toda…

— Toda o quê? — o tom de voz dela tinha se alterado. Sabia que ela tinha perdido a paciência. Ela agora me encarava de um jeito desafiador. Senti meu sangue ferver de ciúmes.

— Você sabe muito bem o que eu quis dizer.

— Não, não sei. Sabe o que eu acho? Que você pensa que eu sou sua propriedade… Quem é você pra me cobrar isso? Pra dizer o jeito que eu dou risada ou como me porto perto de outros caras, quando você me trata como lixo quando uma mulher bonita se aproxima de você?

Queria dizer que era mentira, que eu nunca tinha feito isso, mas eu sabia que ela tinha razão.

— Eu já pedi desculpas… e nunca mais agi assim com você. — Me aproximei ainda mais, desta vez afastando os cabelos dela do rosto de forma delicada, colocando atrás da orelha. E senti ela se arrepiar com o meu toque.

— Talvez seja um erro… nós dois. Melhor terminar por aqui antes que eu me magoe mais.

Senti meu coração quase saindo pela boca. A culpa era minha! Porque eu tinha que abrir a boca? Já deveria esperar uma reação parecida dela. Bela não iria aceitar ser questionada assim por ninguém.

Segurei o rosto dela nas mãos, quase suplicando pra que ela voltasse a me olhar nos olhos.

— Não faz isso comigo, não me deixa… me desculpa, eu—

— Você combina com outro tipo de mulher, Vinícius. Com a Karina—

Interrompi ela na mesma hora com um beijo na boca. Ela me beijou de volta por alguns segundos, mas me afastou com a mão no meu peito.

— Bela, eu tô pouco me fodendo pra Karina! — justifiquei, desesperado.

— A Marina! — ela me interrompeu, como se agora sim fizesse sentido. — Ela é linda, e maravilhosa como pessoa também…

— Bela…

— Vocês combinam. Eu vejo como todo mundo na Lotus cochicha quando estão juntos. Formam um casal que faz sentido. O Thales também adora ela…

Voltei a me aproximar, coloquei minhas mãos na cintura dela. Tão pequena, frágil, tremendo sob o meu toque.

— Nenhuma se compara a você — disse, beijando a testa dela. — Nenhuma despertou em mim o que você me despertou.

Segui beijando a nuca dela, que jogou o pescoço pra trás, soltando um suspiro baixo.

— Eu sou seu e você é minha. Tá me ouvindo?

E, antes que ela pudesse responder, beijei sua boca.

Queria provar a ela que nenhuma outra mulher se encaixava em mim dessa forma. Queria ouvir meu nome se desfazendo na sua boca, a respiração entrecortada – que me deixava louco – enquanto lhe dava prazer.

Bela me puxou pela gravata, me querendo mais perto. Eu prendi as duas mãos dela acima da cabeça, pressionando contra a parede do quarto e o gritinho que ela soltou fez meu pau latejar dentro da calça.

Ela gemeu baixinho quando eu apertei o pulso dela com força. Soltei um riso rouco e aproximei minha boca no ouvido dela.

— Você é só minha, tá me ouvindo? — sussurrei, mordendo sua orelha em seguida.

Ela tentou se soltar, orgulhosa, mas eu a mantive firme com as mãos na parede. Senti sua respiração acelerar.

— Fala… — ordenei, roçando meu pau duro contra a barriga dela. — diz que é só minha.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Babá "Feia" e o CEO