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A Babá "Feia" e o CEO romance Capítulo 81

Tentei me afastar, me desvencilhando do abraço, mas ele me pegou por trás, impedindo que eu me movesse. Não foi uma ação violenta, eu ainda conseguia me desvencilhar se quisesse, mas era tarde demais. Não existia nenhum lugar em que eu quisesse estar além de aqui, agora, com ele.

O pau de Vinicius crescia na minha bunda, mostrando sem sombra de dúvidas que ele não estava fingindo agora. Não queria demonstrar o quanto o desejava, mas só consegui soltar um gemido, um som baixo e desesperado que me fez odiar ainda mais a mim mesma.

Ele me segurava de costas pra ele, uma das mãos enterrada no meu cabelo, a outra firme no meu quadril, e eu sentia a respiração dele quente no meu pescoço.

— Isso aqui parece fingimento pra você? — ele rosnou, voz tão grave que eu senti vibrar no meu corpo.

O pau dele duro, latejando mesmo por dentro da calça, se encaixava na curva da minha bunda, e ele esfregava com força.

— Fala, Isabela. Parece fingimento? — ele insistiu, mordendo de leve minha orelha.

A mão dele subiu pela minha barriga, por dentro da blusa, e agarrou meu peito por cima do sutiã. Ele apertou forte, os dedos grandes no meu mamilo, e eu senti meu corpo desabar, mas ele me segurou com a outra mão, me mantendo firme contra ele.

Eu não respondi, porque não conseguia nem respirar direito. Vinícius me virou de frente, nossas bocas quase se encostando. Ele me olhou nos olhos, sério e intenso. Desceu a mão e puxou minha blusa pra cima de uma vez só, me deixando de sutiã.

— Você é tão gostosa — ele dizia como se estivesse reclamando de mim, como se eu fosse um problema pra ele.

As mãos dele foram pra trás, soltas, rápidas, e em dois segundos ele abriu meu sutiã e deixou meus peitos livres. Eu senti o ar frio, depois a boca quente e o jeito que ele chupava meu mamilo com toda a intensidade, como se fosse a missão mais importante do mundo… era demais.

Eu quase gozei só com a boca dele ali. Ele me prensou contra a parede, e com uma mão me segurou na cintura, a outra apertava meu peito, depois desceu pra minha bunda, puxou minha saia até ela enrolar na minha cintura.

Vinícius meteu a mão entre minhas pernas e esfregou meu clitóris por cima da calcinha, depois me olhou de novo, rindo, e disse:

— Sempre molhada pra mim…

Eu só consegui gemer, porque não tinha um único pensamento coerente pra dizer. Ele deslizou a mão por dentro da calcinha, os dedos grossos tocando minha buceta, e eu senti cada nervo do meu corpo derreter. Ele começou a me masturbar, os dedos entrando em mim, primeiro um, depois dois, com força, com vontade, e eu me contorcia contra a parede, sentindo meu corpo inteiro tremer.

Minha cabeça pesava. Eu não conseguia pensar em mais nada além da sensação da mão dele, o jeito com que ele sabia exatamente o que fazer pra me deixar louca, onde esfregar, como se já tivesse feito aquilo um milhão de vezes comigo.

Eu gemia, alto, sem pudor, e ele riu de novo, mas dessa vez era um riso sujo, satisfeito.

— Entendeu agora? Ou ainda acha que tô fingindo? — ele perguntou, e eu quase chorei quando ele enfiou os dedos mais fundo, mexendo dentro de mim até eu perder o controle das pernas. Fiquei mole, caindo pra frente, e ele me segurou, puxando minha bunda ainda mais pra ele.

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