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A Babá "Feia" e o CEO romance Capítulo 90

Acordei no meio da noite sentindo o abraço dele e algo mais... algo duro, encaixado na minha bunda. Ele ainda dormia, mas me apertava forte. Não queria ser iludida, mas logo pensei que, até dormindo, ele me procurava.

Me ajeitei mais no abraço e, com isso, acabei roçando minha bunda no pau dele. Vinícius reagiu, se encaixando ainda mais em mim, duro, latejando.

Fingi que ainda dormia, aproveitando o calor do corpo dele colado ao meu, a mão grande repousando pesada na minha cintura. Ele respirava fundo, e me perguntei se ainda dormia ou se estava acordado. Não olhei para trás, preferi manter a dúvida.

Pra provocar, empinei a bunda só um pouquinho, bem devagar, e me esfreguei no volume que crescia ainda mais entre as pernas dele. Senti Vinícius retesar o corpo; um gemido rouco escapou, como se fosse pego de surpresa pela sensação. Senti a umidade se formar, minha calcinha ficando molhada, do jeito que só ele conseguia.

Vinícius começou a se esfregar de volta, com movimentos sutis, como se não quisesse que a brincadeira acabasse ainda.

Minha pele se arrepiou, o corpo pedindo mais. Percebi que ele tava gostando daquele jogo. Continuei me esfregando, encaixando a bunda no pau dele, sentindo a respiração ficar mais pesada e o pau pulsar mais forte. Minha buceta latejava, querendo ele, e eu sabia que, se continuasse daquele jeito, não ia aguentar muito.

Deixei escapar um gemido baixinho, só pra provocar, e a mão de vinícius apertou minha cintura com força. Agora eu tinha certeza de que ele estava acordado. Vinícius não perdeu tempo: escorregou a mão pela minha barriga até encontrar o elástico da minha calça de pijama. Puxou devagar, deslizando o tecido para baixo, e senti o ar gelado do quarto bater na pele exposta.

Ele foi descendo até a metade da minha coxa, e minha bunda ficou só de calcinha, roçando ainda mais no pau dele, por cima do moletom. Maldito moletom — eu queria sentir o calor dele em mim. Ele gemia baixo, as duas mãos agora me segurando firme — uma na cintura e a outra descendo, explorando.

Quando ele enfiou a mão por baixo da calcinha e encostou de leve na minha buceta, contraí o corpo, sentindo o choque do toque na minha área mais sensível. Meu corpo inteiro se enrijeceu, a respiração travou, e eu não consegui evitar um gemido mais alto.

Ele riu, aquela risada sacana que eu já conhecia, e começou a me masturbar. O dedo deslizava entre os meus lábios, circulando meu clitóris devagar, como se tivesse todo o tempo do mundo.

Eu estava deitada de costas pra ele, mas me sentia exposta, como se não houvesse mais nada entre a gente além daquele calor, daquele desejo. Ele encaixou o pau ainda mais na minha bunda, se esfregando, enquanto a mão dele me estimulava com calma, cada movimento calculado pra me deixar no limite.

Senti meus quadris se mexendo sozinhos, querendo mais, pedindo mais — e a mão dele respondeu, apertando, provocando, até afundar um dedo dentro de mim.

A sensação era tão forte que eu quase perdi o controle, as pernas tremendo, o corpo inteiro pegando fogo. Ouvi Vinícius sussurrar meu nome, a voz arrastada, e senti a boca dele no meu pescoço, mordendo de leve, lambendo, como se quisesse me marcar. Eu me entreguei, deixei rolar, fechei os olhos e só senti, o dedo dele entrando e saindo, o polegar pressionando meu clitóris, o pau duro colado na minha bunda, pulsando. Eu queria virar de frente, beijá-lo, mas ele me segurava no lugar, ditando o ritmo.

O tesão foi crescendo até eu perder o controle e gozar do jeito mais silencioso possível — não queria acordar ninguém —, só o corpo tremendo, a respiração falhando, o peito apertado.

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