Entrar Via

A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 246

O quarto parece pequeno demais para a intensidade do que está acontecendo aqui dentro.

Desço a boca pelo pescoço dela, chupando sua pele quente, enquanto meus dedos entram e saem num ritmo lento, deliberado.

Sophia arqueia as costas, pressionando os seios contra o meu peito. As mãos dela puxam minha camisa com urgência, e eu me afasto só o suficiente para tirá-la pela cabeça e jogá-la no chão.

Quando volto para cima dela, pele contra pele, o contato é quase elétrico. Ela abre mais as pernas, recebendo meu quadril entre elas. Sinto o calor dela através da calça e solto um grunhido baixo.

— Tira — ela pede, puxando o cinto.

Obedeço sem pensar duas vezes. Abro o cinto e a calça com movimentos rápidos, impacientes, e me livro do resto da roupa.

Quando fico completamente nu, os olhos dela descem pelo meu corpo e escurecem. O olhar faminto que ela me dá faz meu pau pulsar.

Volto para cima dela, apoio o peso nos antebraços e a beijo novamente. Minha mão volta entre as pernas dela, circulando o polegar em seu clitóris, enquanto dois dedos a fodem devagar.

Sophia geme na minha boca, cravando as unhas nas minhas costas.

— Eu quero você dentro de mim — ela sussurra, mexendo o quadril contra a minha mão. — Agora, por favor.

— Ainda não.

Desço pelo corpo dela, abrindo espaço entre as coxas, e termino de tirar a camisola. Ela fica completamente nua debaixo de mim.

Linda demais.

Sem aviso, coloco a boca nela novamente. Chupo o clitóris devagar, depois mais rápido, enquanto enfio dois dedos mais fundo, curvando-os no ponto exato que a fez tremer na cozinha.

Sophia solta um gemido alto, apertando o lençol.

— Porra… Blake… assim…

Continuo aumentando o ritmo. Quero ouvi-la gemer meu nome até perder a voz. Quero que ela sinta exatamente o que me fez sentir quando me deixou sozinho na cozinha.

A diferença é que, dessa vez, não vou parar.

Os gemidos dela ficam mais altos, mais desesperados. As coxas tremem em volta da minha cabeça.

Quando sinto que ela está perto, acelero o movimento da língua e dos dedos. Sophia goza forte, arqueando o corpo, enquanto meu nome sai da boca dela como uma prece quebrada.

Subo devagar, lambendo os lábios, enquanto a observo tentar recuperar o fôlego. Os olhos dela estão vidrados, as bochechas coradas, os lábios inchados.

— Você é linda pra caralho quando goza — murmuro, me posicionando entre as pernas dela.

Sophia sorri, ainda ofegante, e puxa meu rosto para um beijo urgente.

— Então me faz gozar de novo.

Eu não preciso de mais convite. A seguro pela cintura, virando seu corpo de bruços na cama com um movimento brusco.

Sophia solta um som surpreso, que vira um gemido baixo quando me deito em cima dela, com o peito colado em suas costas e o pau duro pressionando contra a bunda macia.

Abro as pernas dela com o joelho e posiciono o pau na entrada molhada. Esfrego a cabeça várias vezes, espalhando a umidade, só para torturá-la.

Sophia tenta empinar a bunda, desesperada para me sentir, mas eu seguro o quadril dela com força, impedindo o movimento.

— Você quer meu pau? Então implore direito.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Babá Proibida do CEO